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Boletim DGS. Há quase mil internados a mais com Covid-19 desde o início do ano

O pior domingo da pandemia, com 7.502 novos casos, é também o terceiro dia consecutivo acima de 100 mortes. Internamentos e doentes graves continuam a renovar valores máximos.

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Os internamentos e os casos graves têm renovado valores máximos todos os dias desde o início do ano

TIAGO PETINGA/LUSA

Os internamentos e os casos graves têm renovado valores máximos todos os dias desde o início do ano

TIAGO PETINGA/LUSA

Será desta que os internamentos interrompem a subida? A pergunta, essencial para o funcionamento do Serviço Nacional de Saúde, tem sido sistematicamente respondida nos últimos dias com más notícias no boletim da DGS. Desde o início do ano, este número tem conhecido uma subida imparável, com nove aumentos consecutivos, acumulando neste último dia mais 964 internamentos em enfermaria do que no primeiro dia do ano — um aumento de cerca de um terço (34,3%) em pouco mais de uma semana.

Só no último dia, o aumento foi de 6% — mais 215 doentes internados, para um total de 3.770 —, uma subida que, em mais de 2 meses, só é comparável ao aumento registado a 3 de janeiro (+6,5%).

A situação dos doentes em cuidados intensivos também não melhora este domingo, naquela que é a décima subida consecutiva. Há, no total, 558 doentes graves, mais 18 do que no dia anterior e um aumento de 75 casos face ao primeiro dia do ano (+15,5%).

O boletim da DGS identificou no último dia 7.502 novos casos de pessoas com Covid-19, permitindo concluir que nunca houve um domingo pior em termos de infeções, acima dos 6035 casos registados a 15 de novembro (o anterior valor máximo para este dia da semana).

É ainda o sexto pior dia de sempre, depois dos sucessivos recordes batidos neste início do ano. Ainda assim, os números abrandaram face ao dia anterior (menos 1.976 casos), o que é habitual ao fim de semana. Desde que começou a pandemia, já 483.689 portugueses tiveram que lidar com o vírus.

O maior volume de novos casos tem agora lugar em Lisboa e Vale do Tejo, que acumula 36,7% do total do país (2.752 infeções). A região, que inclui ainda parte dos distritos de Setúbal, Santarém e Leiria, ultrapassa por pouco a região Norte, que tem 2.600 casos. Seguem-se a região Centro (1.362), o Alentejo (373), o Algarve (285), a Madeira (67) e os Açores (63).

Terceiro dia com mais de 100 mortes

Com 102 mortes registadas no boletim da Direção-Geral de Saúde (menos 9 do que no sábado), este domingo torna-se no terceiro com mais mortes, só superado pelos dois dias anteriores. E é o terceiro registo consecutivo acima de 100 óbitos (embora tenha vindo a descer desde que atingiu o valor máximo de 118 na sexta-feira). No total, desde março, houve 7.803 mortes com Covid-19.

No último dia, a região de Lisboa e Vale do Tejo teve 38,2% das mortes registadas (39 em 102). As restantes tiveram lugar no Norte (27), Centro (25), Alentejo (7) e Algarve (4). Não houve novas mortes nas regiões autónomas.

Entre esses óbitos, dez ocorreram em pessoas abaixo dos 70 anos — um homem na casa dos 40 anos; três pessoas na casa dos 50 (um homem e duas mulheres); e seis na casa dos 60. A maioria dos óbitos, no entanto, registaram-se nos escalões etários seguintes: entre os 70 anos (23) e, sobretudo, acima dos 80 anos (69).

Com o aumento expressivo do número de pessoas que têm Covid-19, também o número de recuperações sobe. Há, por isso, mais 3.028 recuperados no último dia, num total de 369.108 recuperações desde que começou a pandemia.

No entanto, tendo em conta que o ritmo de infeções é bem superior, o número de casos ativos (106.778) aumenta ainda mais — este domingo há uma subida de 4.372 casos.

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