Uma semana após a invasão do Capitólio — e poucas horas depois de sofrer o segundo impeachment –, Donald Trump condenou duramente o ataque. O ainda Presidente norte-americano garantiu também que enviou “milhares de elementos da guarda nacional” para assegurar que a cerimónia de transição “decorra de forma segura e sem incidentes”.

“Condeno inequivocamente a violência que vimos na semana passada”, “que atingiu o coração da nossa república e enfureceu muitos americanos”, disse Donald Trump num vídeo publicado na conta de Twitter da Casa Branca. Acrescentou ainda: “Como todos, fiquei triste e chocado pela calamidade no Capitólio”, disse, ainda que nunca se tenha referido ao discurso que fez momentos antes dos ataques e em que sugeria que tinha havido uma fraude eleitoral .

“A violência política fora de controlo”, como “disparos, atos de intimidação e violência deve parar imediatamente”, vincou Donald Trump. “Nenhum apoiante meu de verdade pode apoiar a violência política, nenhum apoiante meu de verdade pode desrespeitar a lei e a força da nossa grande bandeira americana. [Se o fizer] estará a atacar o nosso país e não podemos tolerar”.

Donald Trump confirma que foi informado de que há protestos a serem planeados em Washington para o dia da tomada de posse de Joe Biden e apelou para que não seja levado a cabo qualquer ataque armado semelhante ao da passada semana. Por fim, deixou ainda o aviso: “Todos aqueles que perpetuarem algum ataque vão parar à justiça”.