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Amarelos foram bem exibidos? Palhinha devia ter sido expulso? Os casos do clássico, em vídeo

João Pinheiro tentou controlar ao máximo a exibição do primeiro amarelo mas chegou ao intervalo com três cartões e acabou com sete, tendo expulsado Vítor Bruno do banco do FC Porto por protestos.

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João Palhinha, aqui a discutir a bola com Corona, esteve no centro do caso do jogo ao arriscar o segundo amarelo com um corte com o braço

Carlos Rodrigues

João Palhinha, aqui a discutir a bola com Corona, esteve no centro do caso do jogo ao arriscar o segundo amarelo com um corte com o braço

Carlos Rodrigues

O Sporting-FC Porto teve uma primeira parte relativamente calma e sem grandes casos para avaliação de João Pinheiro e restante equipa de arbitragem, incluindo o VAR. Entre os pedidos de Nuno Santos para Mbemba ver cartão amarelo numa falta dura no início do jogo, o único lance que levantou “dúvidas” (pelo menos antes das repetições) teve como protagonistas Adán e Uribe, onde o espanhol conseguiu desviar sem falta na área.

Até ao intervalo, e depois de ter tentando controlar ao máximo a ação disciplinar, João Pinheiro exibiu três cartões amarelos até ao intervalo, além de advertir também Sérgio Conceição no banco do FC Porto.

No segundo tempo, e com vários lances para amarelo à mistura, os ânimos aqueceram e Vítor Bruno, adjunto de Sérgio Conceição, acabou por ser expulso do banco do FC Porto após protestar um segundo cartão amarelo a João Palhinha, por ter cortado uma jogada com o braço, naquele que ficou como principal caso do clássico.

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