Foram as décimas eleições presidenciais em democracia, as primeiras de sempre em confinamento e as únicas a meio de uma pandemia. Mas também foi um domingo de estreia para quatro portugueses ouvidos pelo Observador.

Uma delas já não é membro ativo das Testemunhas de Jeová há cinco anos, mas só agora se sentiu preparada para ir às urnas. Daniel, também ele um membro inativo daquela religião, fê-lo nas eleições legislativas de 2019, mas às escondidas para não criar constrangimentos na família. Márcia emigrou há oito anos, mas o “barulho da extrema-direita” deu-lhe motivação para quebrar o abstencionismo. E Mariana Sofia, que fez 18 anos em abril e teve Covid-19 em outubro, foi votar pela primeira vez.

Raquel votou pela primeira vez porque já não segue os costumes das Testemunhas de Jeová

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.