Macau perdeu dois restaurantes com estrelas Michelin, totalizando agora 18 estabelecimentos, de acordo com a edição de 2021 do Guia para Macau e Hong Kong.

Três dos estabelecimentos mantêm a classificação máxima, escreveu a organização do guia gastronómico no site, na quarta-feira: Robuchon au Dôme e The 8 Restaurant, ambos no hotel-casino Grand Lisboa, e o Jade Dragon, no City of Dreams, mantiveram as classificações de 2020, com três estrelas cada um.

Macau conta ainda com seis restaurantes com duas estrelas e nove estabelecimentos distinguidos com uma estrela Michelin.

Além da entrada do Wing Lei Palace para a elite de estabelecimentos com uma estrela Michelin, o destaque vai também para o prémio conquistado pelo Restaurante Educacional do Instituto de Formação Turística, a estrela Verde, uma distinção recentemente lançada que destaca os esforços dos restaurantes que operam na vanguarda do seu campo com práticas sustentáveis.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Na distinção “Bib Gourmand”, conferida aos restaurantes que oferecem menus de três pratos por menos de 400 patacas (cerca de 41 euros), mantêm-se sete estabelecimentos em Macau, entre eles, o português “O Castiço”.

“A edição de 2021 é uma celebração da coragem e criatividade da indústria da restauração, e do empenho em servir as comunidades locais, bem como o pessoal médico. 2020 foi um ano cheio de desafios, mas também de oportunidades para a inovação. Apesar dos tempos difíceis, as maravilhosas viagens culinárias e o talento (…) por detrás de cada prato proposto (…) em Hong Kong e Macau têm surpreendido os nossos inspetores”, salientou o diretor Internacional dos Guias Michelin, Gwendal Poullennec.