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Ainda há doentes a morreram em macas à espera de serem atendidos nos hospitais portugueses. Há falta de camas também nos serviços de psiquiatria, onde chegam a ser internados menores ao lado de adultos. E há zonas do país onde não existe sequer qualquer estrutura de saúde para dar resposta a quem ali vive.

Os relatos são de três médicas que trabalham em sítios diferentes, mas que esta tarde de quinta-feira se juntaram a outros profissionais e representantes de associações do setor da saúde num seminário online, via Zoom, a convite da ministra da Saúde, Marta Temido. “Um SNS mais resiliente e mais próximo” foi um debate inserido numa série de outros seminários coordenados pela ministra do Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, e que pretende estimular a discussão pública sobre o Plano de Recuperação e Resiliência — o documento estratégico que plasma as reformas que devem ser feitas para sair da pandemia através de um financiamento europeu de 13,9 mil milhões de euros.

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