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Mbappé, Sterling e Neymar. Estes são alguns dos nomes dos dez jogadores mais caros do mundo, segundo um estudo da consultora KPMG divulgado esta quarta-feira. A Premier League domina e os jogadores ingleses também.

O primeiro lugar da lista continua a ser ocupado por Kylian Mbappé. O avançado do Paris Saint German continua a ser o jogador mais caro no futebol mundial e vale 185 milhões de euros. Mesmo assim, face ao anterior ranking, o jogador francês vale agora menos 15 milhões de euros do que em 2020. 

Em segundo, com um valor avaliado nos 125 milhões de euros, está Harry Kane. O jogador inglês do Tottenham subiu mesmo três lugares face à última avaliação de dezembro de 2020. O companheiro de seleção, rival na Premier League, Raheem Sterling do Manchester City, desceu uma posição, mas está igualado na quantia a que está disponível no mercado. 

Jadon Sancho ocupa a quarta posição. O lateral esquerdo do Borrusia de Dortmund vale 118 milhões de euros e desce uma posição, tal como Neymar. O brasileiro que atua no PSG vale agora 115 milhões de euros, sendo o quinto jogador mais caro a nível mundial.

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A partir do sexto até ao décimo lugar, os lugares são ocupados por jogadores da liga inglesa. Mohamed Salah do Liverpool mantém a sexta posição e vale 115 milhões de euros, o mesmo valor de Marcus Rashford, que atualmente joga pelo Manchester United — que sobe dois lugares face ao ranking de 2020.

Kevin de Bruyne do Mancheter City está em oitavo lugar, descendo uma posição — vale agora 114 milhões de milhões. Nos últimos lugares estão Trent Alexander-Arnold, que joga no Liverpool, e o companheiro de equipa Sadio Mané. 

Apesar de os valores continuarem exorbitantes, a consultora destaca que houve uma queda de 10% no valor dos jogadores durante a pandemia: “Menos poder de compra e um clima de incerteza no negócios levou inevitavelmente à desvalorização dos ativos mais importantes dos clubes — os jogadores de futebol”, lê-se no comunicado.

“Agora, após um ano desde que começou a pandemia, o valor de mercado dos jogadores ainda não recuperaram”, afirma a KPMG, que acrescenta que o valor agregado dos 500 jogadores mais jogadores está 10,6% “abaixo dos valores antes da Covid-19”.