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Ronaldo marcou 47 golos nos últimos 47 jogos da Serie A mas Juventus voltou a empatar em Verona

Este artigo tem mais de 1 ano

Depois dos dois golos ao Crotone, Ronaldo voltou a marcar na deslocação a Verona mas Juventus cedeu novo empate na Serie A (1-1), podendo ficar a dez pontos do Inter (com menos um jogo).

Ronaldo colocou Juventus na frente mas Barak fez o empate no último quarto de hora que tirou mais dois pontos aos bianconeri
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Ronaldo colocou Juventus na frente mas Barak fez o empate no último quarto de hora que tirou mais dois pontos aos bianconeri

Ronaldo colocou Juventus na frente mas Barak fez o empate no último quarto de hora que tirou mais dois pontos aos bianconeri

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Depois da pior série da temporada com um empate que valeu ainda assim a qualificação para a final da Taça de Itália e duas derrotas frente a Nápoles (Campeonato) e FC Porto (Liga dos Campeões), a Juventus conseguiu dar uma resposta forte diante do Crotone no regresso à Serie A, vencendo por concludentes 3-0 em Turim com dois golos de Ronaldo. E foi um triunfo bem conseguido, com muita produção ofensiva, com uma ideia personalizada que deixou pouca margem de resposta. No entanto, e mais uma vez, os bianconeri tinham um desafio: encontrar forma de dar prolongamento não só aos resultados mas também às exibições. Com várias baixas à mistura.

Oito minutos, dois cabeceamentos, único a marcar 25 ou mais golos em 14 épocas: Ronaldo “voltou” e Juve ganhou outra vez

Cuadrado juntou-se à longa lista de lesionados onde já se encontravam Bonucci, Chielinni, Arthur, Dybala e Morata, havendo ainda o castigo a Danilo. Foi por essa razão que Andrea Pirlo voltou a recuperar uma linha de três na defesa, com Demiral, De Ligt e Alex Sandro, deixando Chiesa e Bernardeschi nas alas e Kulusevski mais no apoio a Ronaldo. “O Morata ainda não esta no seu melhor e precisa de tempo. Por isso, com Ronaldo na frente, temos de atacar de forma diferente. Kulusevski não é um avançado e temos-lhe pedido para jogar de outra maneira. Tem agora de jogar mais aberto, para poder encontrar Ronaldo no meio da área”, explicara o técnico após o encontro com o Crotone. E o português foi “destaque” indireto antes da partida por uma entrevista de Antonio Cassano ao Corriere dello Sport, onde considerou que a atual Vecchia Signora é um projeto falhado.

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“A Juventus contratou Ronaldo para ganhar a Champions mas com ele fizeram menos do que antes. O Campeonato também teriam ganho sem ele. Creio que foi um fracasso. É um projeto falhado. Durante 120 anos, a Juventus só pensou em vencer. Vencer ainda é uma obrigação mas primeiro com Sarri e depois com o Andrea [Pirlo], a direção tentou mudar de pele, a melhorar o jogo além dos títulos”, analisou. “Ronaldo continuará a marcar golos porque consegue marcar de qualquer forma. Ele começa na esquerda, parte para o meio, puxa para o pé direito e rompe a baliza. Mas Pirlo privilegia a construção, a pressão alta, a troca de bola entre linhas e o Cristiano participa pouco. Para mim, nestes três anos, esteve muito mal. A não ser que consiga vencer a Champions”, acrescentou.

A análise de Cassano até pode ser “radical”, por não ter completamente em conta o peso dos números do avançado português, mas acabou por resumir da melhor forma as oscilações da Juventus ao longo da temporada como voltou a acontecer em Verona, com os campeões italianos a ficarem na frente do marcador com um golo de Ronaldo no início da segunda parte (49′) antes do empate dos visitados por Barak dentro do último quarto de hora (77′), que pode agora deixar o Inter a dez pontos dos bianconeri (que têm um encontro em atraso).

[Clique nas imagens para ver os golos do Verona-Juventus em vídeo]

“Estamos numa situação de emergência. Se olharmos para as ausências. Já adaptei Alex Sandro a defesa central, pelo que não podia inventar mais do que isto. Faltam-nos quatro defesas, defesas centrais e avançados, então digam-me o que devo fazer…”, comentou no final Andrea Pirlo, em declarações à Sky Itália. “Foi um resultado desapontante, apesar de sabermos das dificuldades que iríamos ter pela frente. Conseguimos chegar à vantagem, que era a parte mais complicado, mas não conseguimos segurar esse avanço. Existem alguns detalhes que os jogadores mais novos ainda não perceberam que podem fazer a diferença. Quando estamos na frente, temos de trazer esses jogos e esses resultados para casa”, acrescentou depois ao DAZN.

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