Há quase uma semana vários sismos abalaram a península islandesa de Reyjkanes, mas não foi uma coisa pontual e os cientistas não conseguem descartar uma eventual erupção vulcânica. Ainda que já tenham passado 800 anos desde a última vez que o vulcão entrou em erupção, as imagens de satélite de segunda-feira mostram um movimento crescente do solo e os especialistas suspeitam que a atividade sismológica se deve “a correntes de magma que se movem sob o solo” e que “podem estar a dirigir-se ao vulcão”. Já a partir das 14h20 (horas locais) desta quarta-feira a atividade sísmica intensificou-se.

Vários sismos foram registados, estando o Instituto Meteorológico da Islândia a fazer o acompanhamento da situação. Numa publicação na rede oficial Twitter o Icelandic Meteorological Office – IMO escreve que a atividade sísmica é compatível com a que se verifica no início das erupções vulcânicas, mas sem confirmar se a erupção já tinha tido início.

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“Como precaução para viagens aéreas domésticas e internacionais, o código de cores da aviação vulcânica para a Península de Reykjanes foi elevado de amarelo (agitação elevada) para laranja (agitação intensificada)”, anuncia o Instituto Meteorológico islandês.