O que é que o cantor Alex D’Alva Teixeira, o empreendedor Henrique Paranhos e a mãe de família Catarina Correia têm em comum? O mesmo que muitos dos que leem este texto neste exato momento: um ritmo de vida acelerado, uma enorme alegria por poderem fazer mil coisas em simultâneo e uma necessidade cada vez maior de acautelarem o futuro. Sobretudo porque já sentiram de perto algumas partidas da vida e atualmente estão — tal como a generalidade da população, aliás — a aprender a viver no meio do maior imprevisto que já conheceram: a pandemia de Covid-19.

Sobre tudo isto falou-nos Alex D’Alva Teixeira, que aos 30 anos é um nome ascendente da música nacional, membro do projeto D’Alva, e que esperava poder aproveitar o confinamento para acalmar o ritmo. Mas tal não aconteceu; bem pelo contrário: “O meu ritmo de vida diria que é acelerado e a pandemia veio mostrar-me que preciso de abrandar um bocadinho, porque mesmo estando em casa, às vezes estou com aquela sensação de estar sempre a correr de um lado para o outro”.

Esta não é a primeira vez que o músico se sente assoberbado, e por isso, quando lhe perguntámos pelo momento mais desafiante que já viveu em termos profissionais, não hesitou e apontou dois em que encontra muitas semelhanças. O primeiro aconteceu há sete anos e remete para quando tentava conciliar o trabalho com o mundo da música e não correu bem: “Em meados de 2014, trabalhava no apoio ao cliente para uma internacional e ao mesmo tempo tinha a minha banda, os D’Alva, que estavam a lançar o primeiro álbum. Na altura, não soube conciliar o sucesso crescente da banda e as responsabilidades no trabalho, o que me fazia faltar muitas vezes ao trabalho para dar concertos. Acho que não tive a coragem de me despedir desse emprego e acabei por ser despedido”. Atualmente, volta a sentir a pressão do trabalho a invadir-lhe a vida, numa altura em que os D’Alva estão a gravar o terceiro disco, com muitas tarefas a serem asseguradas à distância: “Neste momento, está a ser muito complicado para mim fazer a gestão de tempo e espaço, na medida em que o meu espaço de trabalho também é o espaço de lazer”.

Mas se a Covid-19 trouxe muitos desafios, também é verdade que favoreceu algumas mudanças benéficas. “A pandemia veio colocar muita coisa em causa e até mesmo fazer-me questionar porque é que tenho certas atitudes, porque é que faço certas escolhas”, refere. Somando esta introspeção ao facto de ter feito 30 anos recentemente, começa agora a alterar a sua forma de equacionar o futuro: “Dantes, não pensava muito no dia de amanhã, até vivia de forma um pouco romântica. Agora, já começo a pensar nisso, até porque sou o tipo de pessoa que muitas vezes coloca em primeiro lugar o bem-estar dos outros”. Neste sentido, Alex D’Alva Teixeira realça que “é importante contarmos com imprevistos”. “Acho que é muito importante pensar a longo prazo, pensar mesmo na nossa vida até ao final”, afirma, razão por que acredita que os seguros de vida “podem ser bons para facilitar a vida das pessoas que amamos e pode ser uma boa forma de cuidar dos outros à nossa volta”.

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Empreender sem nunca parar

No mesmo registo de ritmo acelerado vive Henrique Paranhos, empreendedor de 34 anos, fundador da agência de marketing digital WEbrand Agency, que assume ter “uma incapacidade crónica de estar parado”. Mais, confessa que a passividade perante a vida lhe causa desconforto: “Lido com alguma dificuldade com a apatia e sinto-me mais inseguro quando não estou a fazer alguma coisa”.

Desenvolver vários projetos em simultâneo e imaginar muitos outros paralelamente é como gosta de viver, e mudar isso seria “impossível”. “Porque isto é intrínseco, seria contrariar a minha natureza alterar isto”, justifica o criador das aplicações SOS Vizinho e Outstanding Portugal. Facilmente se percebe, pois, que o momento mais desafiante que já enfrentou na sua vida profissional coincide com o deflagrar da pandemia, sobretudo o primeiro confinamento, entre março e abril de 2020. “Para mim, foi como para muitos outros empreendedores terá sido na altura. Um momento bastante desafiante, um momento de total desconhecimento do que é que se estava a passar e qual seria o futuro.”

Como é que se ultrapassa um momento assim? “Tal como toda a gente, com muita resiliência”, é a resposta de Henrique Paranhos, e com muito trabalho, acrescentamos nós. “Um dos projetos que lancei foi o SOS Vizinho, que é uma plataforma que durante o primeiro estado de emergência levou bens essenciais de primeira necessidade a pessoas que deveriam estar confinadas e pertenciam a grupos de risco. Eu acho que me agarrei muito a este projeto social e de solidariedade, e, portanto, essa foi uma das minhas formas de poder também, enquanto empreendedor, dar o meu contributo no combate à pandemia”, explica, reforçando que deu a volta à situação “com muita resiliência, com muito empenho, com muito foco” e também com a procura de “estar sempre rodeado das melhores pessoas”.

E porque arriscar é um dos verbos que mais conjuga, não admira que, agora, Henrique Paranhos comece a ponderar melhores formas de garantir o dia de amanhã: “Eu tenho sido, se calhar, uma das pessoas que menos acautela o seu futuro, porque ao longo da minha vida fui sempre trocando o certo pelo incerto, o estável pelo instável. Porque essa é a mentalidade de um empreendedor. Mas agora começo a pensar o que é que quero para o futuro, e começo a tentar acautelar-me”, confessa. “Para sentir maior segurança, pode fazer todo o sentido ter um seguro de vida”, reconhece, “porque não controlamos tudo, principalmente alguém que como eu está em vários projetos, em vários empreendimentos, em várias iniciativas e que arrisca em diversas frentes”. “Por isso, sim, acho que para muita gente pode fazer sentido, para se sentirem mais confortáveis, mais seguras, a dar passos maiores ou a arriscar mais na sua vida”, reforça.

Ritmo acelerado em casa e no trabalho

Ritmada no trabalho, mas também em casa e em tudo o que faz, porque só desta forma se sente feliz e realizada. É assim a vida de Catarina Correia, 35 anos, mãe de duas raparigas (uma, com 6 anos; outra, com 3 meses) e chefe de vendas num concessionário automóvel em Castelo Branco. “Costumo dizer que ando sempre em red line, e é mesmo verdade, não consigo estar parada, faz parte de mim o movimento que dou à minha vida”, diz-nos justificando que precisa de “adrenalina para viver”.

Mas embora a pandemia lhe esteja a trazer grande frustração por dar consigo “trancada em casa”, o momento em que sentiu na pele que nem sempre controlamos os acontecimentos deu-se há uns anos, logo após o nascimento da filha mais velha, que ficou gravemente doente no primeiro mês de vida. “Definitivamente, nós não planeamos que esses momentos possam existir e eu tinha acabado de ser mãe, portanto, pensava que era tudo maravilhoso. Não nos ensinam essa parte mais delicada da maternidade”, recorda. A forma como ultrapassou o momento difícil foi recorrendo à arte milenar do amor maternal: “Foi com o coração. Fui buscar forças onde não sabia sequer que existiam”.

Assumindo-se como muito racional, mas também emocional, Catarina Correia afirma que não define planos a longo prazo, com exceção daqueles que envolvem, sobretudo, acautelar o futuro das filhas: “Tento sempre ter planos para aquilo que o coração não aguenta”. Por este motivo, considera que “é claramente importante ter um seguro de vida” e diz porquê: “Para já, porque no ramo onde trabalho lido muitas vezes com situações para as quais a vida não nos prepara. Estou habituada a lidar com situações desagradáveis em que os seguros de vida são uma cautela para as pessoas que não estão preparadas. Por outro lado, a nível familiar, quando se tem filhos, nós não pensamos sequer em nós; nós temos o coração fora de nós. Portanto, tem de existir alguma coisa que nos sossegue quando a emoção não é controlável”.

Ritmo Vida – o Seguro pensado na Covid-19

Consciente que é cada vez mais importante para todos ter a certeza de que se consegue manter o ritmo de vida, mesmo quando a batida se altera e os imprevistos acontecem, a Ageas Seguros lançou um novo seguro de vida — o Ritmo Vida —, que permite viver o dia de hoje com maior serenidade, com a certeza de que o futuro está mais protegido. Trata-se da solução ideal para quem se quer proteger de imprevistos, tanto a si como à sua família. Mesmo em caso de infeção ou isolamento profilático por Covid-19, já que este Seguro, na opção Top, permite que se usufrua de um subsídio diário desde o primeiro dia em que se fica sem poder trabalhar.

O Ritmo Vida tem disponível dois produtos, para melhor se adequar ao perfil de cada um: o Ritmo Vida Família, indicado para os agregados familiares que exerçam qualquer profissão, e o Ritmo Vida Profissional, destinado aos agregados familiares de membros das Ordens e Associações Profissionais com as quais a Ageas Seguros tem protocolo. Esta é uma solução desenhada especificamente para ir ao encontro das preocupações atuais dos portugueses, apresentando três níveis de proteção— Base, Mais e Top –, como forma de melhor responder às necessidades individuais. Porque a vida é para ser aproveitada na totalidade e sem abrandar o ritmo, mesmo quando nos troca as voltas.