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Da gestão da pandemia pelo Governo à guerra colonial, do passado ultramarino aos desafios do país, do passado que nunca se deve “sanear” às “guerras limpas” que não existem, dos lares que “em muitos casos são depósitos de velhos” aos novos “ideológos pseudo-esquerdistas”. Ramalho Eanes esteve esta segunda-feira à noite na TVI e em entrevista falou de quase tudo. Só abriu uma exceção, por institucionalismo, para as palavras e ações dos seus sucessores (como Cavaco Silva), que não comentou. Mas deixou uma nota elogiosa a Marcelo.

O primeiro Presidente da República da democracia portuguesa foi entrevistado pelo comentador político e escritor Miguel Sousa Tavares. E começou por comentar a sua indignação não tanto em torno da polémica sobre a remoção dos brasões da Praça do Império mas mais sobre o problema maior de que essa polémica foi sintoma: aquilo que vê como “desrespeito” de alguma “esquerda festiva” em relação ao passado de Portugal.

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