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Boletim DGS. Número de doentes em UCI em queda há um mês, mas ainda longe da meta dos especialistas

Este artigo tem mais de 1 ano

Desde dia 12 de fevereiro que o número de doentes em cuidados intensivos tem vindo a descer, mas lentamente. Ainda são 273 as camas ocupadas por doentes Covid-19, num universo de 1.102 internados.

Um elemento da equipa médica cuida de uma paciente hospitalizado na Unidade de Cuidados Intensivos covid-19 do Hospital Santa Maria, em Lisboa, 11 de fevereiro de 2021. O Hospital Santa Maria conta ao dia de hoje com 271 doentes internados com  64 destes doentes internados nos Cuidados Intensivos covid-19, o número máximo atingido até ao dia de hoje neste Hospital. (ACOMPANHA TEXTO DA LUSA DO DIA 14 DE FEVEREIRO DE 2021). MIGUEL A. LOPES/LUSA
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MIGUEL A. LOPES/LUSA

MIGUEL A. LOPES/LUSA

A última vez que Portugal registou um número de mortos tão baixo foi a 22 de novembro, quando morreram 16 pessoas infetadas com a Covid-19. Nesse dia havia precisamente 200 pessoas internadas nas unidades de cuidados intensivos, a meta estabelecida por Marcelo Rebelo de Sousa para a situação “ideal” para desconfinar. Esta quinta-feira será apresentado o plano de desconfinamento do Governo, mas a pressão nas unidades hospitalares não está tão baixa como estava naquele dia 22 de novembro. Na última quarta-feira perderam a vida 18 pessoas, mantêm-se internadas 1.102 pessoas e, destas, 273 ainda precisam de cuidados diferenciados. Desde dia 12 de fevereiro que o número de doentes em cuidados intensivos tem vindo a descer, mas mais lentamente do que seria desejável para dar início ao desconfinamento dentro das metas.

São quase mais 100 pessoas que a meta estabelecida por Marcelo Rebelo de Sousa e mais do dobro do número apontado pelos especialistas. Com um crivo mais afinado, os especialistas queriam que a pressão de doentes Covid-19 nos cuidados intensivos ficasse no máximo nas 120 pessoas antes que se pudessem dar passos no desconfinamento, mas o Governo deverá avançar nas próximas horas com o plano.

De volta ao boletim, segundo os dados da DGS recuperaram da doença mais 6.017 pessoas o que faz o número de casos ativos baixar em 5.408 pessoas. Há agora quase 52 mil portugueses infetados com a Covid-19 e as autoridades de saúde mantêm sob vigilância ativa 18.951 pessoas. Dos 812.575 casos já confirmados desde o início da pandemia em Portugal, 16.635 morreram e 51.744 estavam ainda, até à meia-noite desta quinta-feira, com a doença ativa. O número de internados voltou a descer, pelo 10.º dia consecutivo e em número superior ao boletim do dia anterior.

Lisboa e Vale do Tejo continua com os piores dados diários

Ainda que haja boas notícias no boletim, como o facto de três regiões em Portugal e as duas regiões autónomas não terem registado qualquer morte nas 24 horas a que o boletim se reporta, Lisboa e Vale do Tejo continua a “carregar” os piores dados relativos a internamentos e a mortes nos relatórios diários das autoridades de saúde.

Das duas únicas regiões com mortos durante o dia de quarta-feira, contaram-se 15 mortos na região de Lisboa e Vale do Tejo e três no Norte. Já no que diz respeito ao total de novos casos, Centro, Alentejo, Algarve e regiões autónomas em conjunto concentram 26% dos novos casos, uma percentagem ainda assim inferior à de toda a região Norte e de Lisboa e Vale do Tejo. O norte concentrou 29% dos 627 novos casos e Lisboa e Vale do Tejo 45% (283 pessoas com nova infeção confirmada na região).

Já no que diz respeito ao número de mortos registados, do total de 18 mortos, 11 eram homens e sete eram mulheres com mais de 80 anos. Nos homens, o mais novo tinha menos de 60 anos (entre 50 e 59 anos), três tinham entre os 60 e os 69 anos, dois tinham menos de 80 (70 aos 79 anos) e cinco tinham mais de 80 anos.

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