O polícia suspeito de ter raptado e matado Sarah Everard em Londres vai ficar em prisão preventiva até ao julgamento que terá lugar em outubro. O homem foi ouvido em tribunal, através de videochamada, esta terça-feira, e no dia 9 de julho terá oportunidade de se declarar inocente ou culpado.

Na sexta-feira tinha sido formalmente acusado de sequestro e assassínio. Mas poucos mais dados foram tornados públicos: o relatório da autópsia ainda não foi divulgado, nem a causa de morte é conhecida, e o telefone da vítima ainda não foi encontrado.

O homem de 48 anos é agente da Metropolitan Police de Londres, que tem estado, assim como os seus agentes, debaixo de um escrutínio apertado desde o desaparecimento da mulher de 33 anos que foi encontrada morta num floresta de Kent.

Um dos últimos incidentes diz respeito a um oficial estagiário que terá partilhado uma imagem no WhatsApp, que os colegas terão considerado que não era adequada, noticiou o jornal The Guardian. Outro está relacionado com a vigília, não só com a forma como a polícia lidou com o assunto, mas por não ter assistido uma mulher que se queixou de um comportamento indecoroso de uma homem na rua, noticiou a BBC.

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