O plano de desconfinamento a conta-gotas que foi anunciado pelo primeiro-ministro a 11 de março merece a aprovação de 52% dos inquiridos, segundo um barómetro da Aximage para TSF, DN e JN. Por outro lado, 22% mostram-se insatisfeitos com o plano e outros 22% não estão completamente convencidos.

O apoio é mais elevado relativamente às restrições à mobilidade impostas durante o período da Páscoa (80% consideram a medida “adequada” contra 18% que a veem como “exagerada”) e ao regresso faseado às escolas (63% veem como “um bom plano”, contra 19% que entendem ser “mau” e 15% que acham não ser “nem bom nem mau”).

É entre a população com mais de 65 anos que o apoio é maior, com um total de 66% de avaliações positivas. Em todos as outras faixas etárias, desce para 44% a 50%. As opiniões negativas são mais acentuadas entre os mais jovens, dos 18 aos 24 anos, em que 30% consideram que o plano é “mau”.

Há ainda uma maioria que rejeita o regresso do público aos estádios de futebol (59% não, contra 35% sim), e mais ainda o regresso do público à Fórmula 1 (68% não, 30% sim).

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Considerada toda a pandemia, desde março de 2020, 50% dos inquiridos estão satisfeitos com a forma como o Governo lidou com a pandemia — considerando que esteve “bem” (44%) ou “muito bem” (6%), contra 27% “assim-assim”, 14% “mal” e 8% “muito mal”.

Neste momento, são sobretudo os “efeitos sobre a a economia e o emprego” que mais preocupam os inquiridos (50%), seguido dos “efeitos sobre a saúde física” (32%) e os “efeitos sobre a saúde e bem-estar emocional (16%).