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Diogo, o Jota que deu em Jóquer do Liverpool: avançado bisa e dá vitória em casa do Arsenal

Começou o jogo no banco, só entrou na segunda parte e marcou três minutos depois de estar em campo. Jota bisou na vitória do Liverpool com o Arsenal e equipa de Klopp está a dois pontos do 4.º lugar.

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O avançado português só entrou na segunda parte, para o lugara de Robertson

POOL/AFP via Getty Images

O avançado português só entrou na segunda parte, para o lugara de Robertson

POOL/AFP via Getty Images

Em 2011, quando o Fenway Sports Group se tornou a única entidade responsável, a nível global, pelos direitos de imagem de LeBron James, o jogador de basquetebol envolveu no negócio uma participação minoritária no Liverpool, que era e continua a ser propriedade da empresa norte-americana. Sem nunca esconder a enorme afinidade que o liga ao clube inglês, aparecendo muitas vezes com camisolas dos reds em dias de jogo na NBA, a estrela dos Lakers decidiu nas últimas semanas engrossar a aposta na equipa liderada por Jürgen Klopp.

Nos últimos dias, o Fenway Sports Group anunciou o investimento de 625 milhões por parte do RedBird Capital Partners, a empresa de LeBron James. Como parte do acordo, e para além de alargar a participação que já tinha no Liverpool, o norte-americano tornou-se acionista dos restantes grupos desportivos sob a alçada do Fenway Sports Group, como os Boston Red Sox (basebol) e a Roush Fenway Racing (NASCAR). A injeção milionária, para além de permitir alguma continuidade e segurança à lista de encargos do Liverpool, vai servir para estabilizar o clube num ano em que a pandemia originou um prejuízo estimado de 130 milhões de euros — parte dos 625 milhões de LeBron James serão para reduzir a dívida contraída nos últimos 12 meses, a outra parte será alocada ao restauro de uma das bancadas de Anfield, aumentando a capacidade do estádio para 61 mil adeptos.

Uma notícia boa que surgiu na semana em que o Liverpool voltou aos trabalhos de preparação para a Premier League e logo com um clássico do futebol inglês pela frente: este sábado, no Emirates, a equipa de Jürgen Klopp visitava o Arsenal de Mikel Arteta e procurava dar continuidade à vitória contra o Wolverhampton, antes da pausa para as seleções, que se tornou apenas o segundo resultado positivo em oito jornadas. O treinador tinha Roberto Firmino de regresso, depois de o brasileiro ter falhado as últimas partidas devido a uma lesão no joelho, e apostava no avançado ao invés de Diogo Jota — o avançado português que marcou três golos com a Seleção e que foi muito elogiado por Klopp na antecâmara da partida.

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“É sempre um desafio para as equipas estes períodos de jogos para as seleções por jogarem em esquemas táticos diferentes e só termos um treino coletivo para preparar. Mas sem dúvida que são boas notícias em relação ao Diogo Jota. Foi um raro benefício. O Diogo está num bom momento. Já estava antes de sair e mostrou-o também na seleção portuguesa. São os raros benefícios da pausa internacional”, disse o técnico alemão, que ainda não podia contar com Van Dijk e Henderson e lançava Milner, Fabinho e Thiago no meio-campo (com Wijnaldum no banco), para além dos obrigatórios Salah e Mané perto de Firmino no ataque. Do outro lado, o Arsenal — que, em caso de vitória, ficava a apenas um ponto do Liverpool — atuava com Partey, Ceballos e Odegaard no setor intermédio e o trio Pépé/Aubameyang/Lacazette na frente. Cédric era suplente, assim como Willian, e David Luiz, Saka, Smith-Rowe e Xhaka falhavam a partida por problemas físicos.

Numa primeira parte em que o Liverpool teve um claro ascendente, a primeira oportunidade pertenceu a James Milner, que rematou ao lado (11′). O Arsenal tentava ferir o adversário principalmente através de transições rápidas e contra-ataques, recorrendo à velocidade de Aubameyang, Pépé e Lacazette, mas raramente tinha espaço e tempo para chegar com perigo à baliza de Alisson. Mesmo à beira do intervalo, Arteta foi forçado a retirar Tierney — o jovem lateral ficou lesionado no joelho depois de uma disputa com Milner — e lançou Cédric, com as duas equipas a chegarem ao final da primeira parte sem que nada de extraordinário tivesse acontecido. O Liverpool tinha mais bola mas pouco conseguia fazer com ela, com o guarda-redes Leno a ter muito pouco trabalho ao longo dos primeiros 45 minutos; o Arsenal tinha pouca bola e não a conseguia resgatar, com Alisson a ser pouco mais do que um mero espectador, já que os gunners fizeram apenas um remate até ao intervalo.

Já na segunda parte, Arteta lançou Elneny para o lugar de Ceballos e tentou potenciar um recomeço positivo por parte dos gunners, que surgiram mais intensos e competitivos depois do intervalo. O ascendente do Liverpool, porém, depressa voltou a impôr-se e Jürgen Klopp tentou empurrar a equipa com Diogo Jota, que substituiu Robertson, passando Milner a atuar na esquerda defesa — numa ideia clara de que o objetivo era chegar ao golo e à vitória. Um golo que o inevitável Diogo Jota demorou escassos três minutos a marcar. Alexander-Arnold tirou um cruzamento perfeito na direita e o avançado português, no meio de dois defesas, cabeceou certeiro para abrir o marcador (64′).

Logo depois, Salah foi lançado na profundidade, entrou na grande área sem grande oposição e rematou cruzado para aumentar a vantagem do Liverpool (68′). Em quatro minutos, os reds resolveram a partida e castigaram um Arsenal que pouco ou nada fez ao longo de toda a partida. Já dentro dos últimos 10 minutos, e depois de Mané deixar a bola à mercê do avançado português depois de receber de Salah, Jota apareceu novamente em zona de finalização e atirou um pontapé muito forte que só parou no interior da baliza de Leno (82′)

A equipa de Jürgen Klopp venceu no Emirates e abriu uma distância de sete pontos para os gunners, aproveitando também a derrota do Chelsea contra o West Bromwich para ficar a apenas dois pontos do quarto lugar dos blues — tudo isto na antecâmara da importante receção ao Real Madrid, já na quarta-feira, nos quartos de final da Liga dos Campeões. E para isso, foi fulcral o impacto de Diogo Jota, que marcou três minutos depois de saltar do banco, sentenciou o resultado e voltou a mostrar que, mesmo depois da lesão, é cada vez mais um claro titular nesta equipa do Liverpool.

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