437kWh poupados com o Logótipo da MEO Energia Logótipo da MEO Energia
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Logótipo da MEO Energia

Adere à Fibra do MEO com a máxima velocidade desde 29.99/mês aqui.

Portugal perto do amarelo na matriz de risco. Índice R(t) ultrapassa 1 e incidência também está a subir

Este artigo tem mais de 1 ano

Valor do R(t) supera a fasquia de 1 e incidência também está a aumentar. Número de novos casos também aumenta (em termos ajustados) mas contagem de internamentos baixa para menos de 500 doentes.

New school year begins with special measures for Covid-19 in Portugal
i

NurPhoto via Getty Images

NurPhoto via Getty Images

Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Portugal passou esta quarta-feira para o lado direito do quadrante inferior da matriz de risco definida pelas autoridades de saúde. Isso significa que, sobretudo ao agravamento do R(t) para mais de 1, o país está mais próximo da “zona amarela” da matriz que rege o ritmo do desconfinamento em curso. A informação foi confirmada pela Direção-Geral de Saúde (DGS) no mesmo boletim diário onde aponta para um aumento (em termos ajustados) do número de novos casos a nível nacional.

O valor do R(t) superou a fasquia de 1 tanto no continente como a nível nacional. No país, o indicador de transmissibilidade média passou para 1,01 e quando se olha apenas para o território continental subiu para 1,02. A última leitura, relativa à última segunda-feira, apontava para 0,98 no país e 1,00 só no território continental.

R, o número que vai passar a controlar a nossa vida. 6 dados para entender porque é que há divergências sobre os seus valores

Também o rácio de incidência não traz boas notícias: a nível nacional aumentou para 64,3 casos de infeção por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias. A leitura anterior era de 62,8, segundo a DGS. No continente, o valor subiu para 62,5 casos, contra os 60,9 anteriores.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Isto significa que ambos os indicadores refletem uma situação pior da pandemia no país. Se a escalada gradual do R(t) nas últimas semanas já levou o indicador para lá do valor de referência, indicando uma aceleração do contágio, no rácio de incidência Portugal ainda está longe da “linha vermelha” mas também tem vindo a piorar nos últimos dias.

Também de acordo com o boletim diário da DGS, foram detetados mais 663 novos casos de infeção pelo novo coronavírus em Portugal, nas 24 horas até à meia-noite desta quarta-feira. É um número inferior aos 874 casos da véspera, embora essa contagem não seja comparável porque incluía quase 600 casos que diziam respeito ao fim-de-semana da Páscoa. Ou seja, em termos ajustados a esse efeito técnico, o número de novos casos subiu.

Os números mostram, também, que a média diária de casos nos últimos 7 dias (472/dia) já é superior aos números de há duas semanas. Entre dias da semana comparáveis — de quinta a quarta — tinha havido 459 casos/dia entre 18 e 24 de março.

Estes números são, também, mais elevados em relação aos valores da semana anterior: tinham sido 419/dia (de quinta a quarta, entre 25 e 29 de março).

A DGS acrescenta que houve mais 3 óbitos cuja causa foi atribuída à Covid-19, também nas últimas 24 horas. Na véspera tinha havido dois óbitos.

Tal como tinha acontecido na véspera, todos esses óbitos ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo. E foi também na região que inclui a capital do país que surgiram mais novos casos: 262.

Os restantes novos casos – do total de 663 – dividem-se entre os 182 do norte do país, 71 no centro, 46 no Algarve e 32 no Alentejo. Nos Açores foram detetadas mais 42 infeções e na Madeira mais 28.

Um dos óbitos destas 24h foram de um homem na faixa etária dos 60 anos, com os outros dois a dizerem respeito aos 70-79 anos (também dois homens).

O boletim da DGS traz, porém, uma evolução favorável na contagem de internamentos hospitalares com Covid-19. Segundo os números oficiais, havia à meia-noite desta quarta-feira menos de 500 internados, o que acontece pela primeira vez desde 19 de setembro (boletim de dia 20 de setembro).

Em termos mais concretos, o número de internamentos baixou em 16 para 488 doentes nos hospitais.

Porém, destes, 116 estavam em unidades de cuidados intensivos, mais 3 do que na véspera.

O boletim da DGS aponta, porém, para 757 recuperados, o que permitiu reduzir o número de “casos ativos” conhecidos das autoridades em 97, para 25.847 a nível nacional.

A página está a demorar muito tempo.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

Ofereça artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.