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Depois do golo, a assistência: Fábio Silva decisivo no regresso às vitórias do Wolverhampton na Premier League

Num encontro com poucas oportunidades e muitas vezes mais disputado do que bem jogado, Wolverhampton ganhou fora ao Fulham nos descontos com golo de Adama Traoré após passe de Fábio Silva (0-1).

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Adama Traoré marcou o primeiro golo da temporada após assistência de Fábio Silva, que entrou no último quarto de hora

Wolves via Getty Images

Adama Traoré marcou o primeiro golo da temporada após assistência de Fábio Silva, que entrou no último quarto de hora

Wolves via Getty Images

Jesse Lingaard inaugurou o marcador com um fantástico golo logo aos seis minutos, Pablo Fornals aumentou ainda no primeiro quarto de hora, Jarrod Bowen fez o 3-0 antes do intervalo. Uma entrada completamente em falso com 38 minutos de horror praticamente sentenciaram a derrota do Wolverhampton frente ao West Ham, apesar da redução para a desvantagem mínima, aumentando para cinco o número de jogos consecutivos sem vitórias dos lobos na Premier League. Mais do que isso, a equipa recebeu várias críticas pela má entrada no jogo, com o antigo internacional e capitão do Manchester United, Gary Neville, a falar numa “equipa de infantis”.

O Wolves começou a perder e acabou à procura de um empate que não chegou: mas a boa notícia era Rui Patrício e já estava garantida

“Se dói ouvir isso? Claro que dói”, assumiu a esse propósito Nuno Espírito Santo, técnico do Wolves. “Dói porque o nosso desempenho não esteve ao nível que pretendemos. Fomos nós quem mais sofreu com esse resultado. Agora temos de dar uma resposta a essa má exibição que tivemos. Estamos sempre preocupados quando não conseguimos dos jogadores as exibições que pretendemos. Foi nisso que pensámos na preparação para o jogo com o Fulham. Nunca fico descontraído, estou sempre a tentar encontrar a melhor forma para jogarmos da forma que pretendo e a tentar encontrar as melhores soluções. Vai ser difícil, temos um bom adversário pela frente. Sabemos que cada jogo na Premier League é difícil e temos de estar preparados”, completou.

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Essa aposta na redenção começou logo com o pormenor da aposta exatamente no mesmo onze inicial, com a linha de quatro na defesa tendo Nelson Semedo como lateral direito, dois médios mais posicionais entre os quais Rúben Neves e três unidades de cariz ofensivo com Daniel Podence e Pedro Neto no apoio ao avançado Willian José, ficando João Moutinho, Vítor Ferreira e Fábio Silva no banco. Ponto curioso: essa opção atípica surgiu num contexto em que Nuno Espírito Santo tinha falado à Sky Sports sobre o aumento da média de alterações de um encontro para o outro, que subiu para 1.73 quando foi 1.53 no ano passado e 1.37 em 2018/19.

Acho que é a época mais difícil, o momento mais difícil devido à pandemia. Os jogadores têm de melhorar, percebendo que não estiveram tão bem durante parte da época. Não podemos repetir isso. É nisso que estamos a trabalhar, percebendo que para alcançar objetivos no futebol tens de reagir, tens de recuperar desses períodos difíceis”, salientou o português.

E o jogo até começou da melhor forma para o Wolverhampton, que conseguiu criar a primeira oportunidade logo no segundo minuto com Nelson Semedo a cruzar na sequência de um livre para Willian José. No entanto, essa primeira imagem acabou por não corresponder ao que se passaria até ao intervalo, com Ruben Loftus-Cheek a ter um cabeceamento por cima num lance onde o avançado poderia ter feito melhor (28′) e um jogada 1×1 de Adama Traoré onde o internacional espanhol podia ter feito muito melhor na hora do remate (36′), numa fase em que João Moutinho já tinha entrado para o lugar do lesionado Pedro Neto dando outra capacidade ao corredor central dos visitantes que se mostraram a partir daí mais equilibrados e compactos em jogo até pelo posicionamento de Dendoncker como terceiro central, recuperando o outro sistema mais habitual da equipa.

Nos descontos da primeira parte, Willian José ainda conseguiu marcar após assistência de Podence mas o golo foi anulado por posição irregular do português no início do lance. Mantinha-se tudo a zero ao intervalo, continuou tudo a zero depois do intervalo: o encontro continuou sem grandes oportunidades a não ser em bolas paradas ou segundas bolas perdidas após cruzamentos e até com pouca qualidade. No entanto, as decisões estavam mesmo reservadas para os últimos instantes, com Fábio Silva, que entrara no último quarto de hora para o lugar de Willian José depois do golo marcado na última jornada frente ao West Ham, a fazer uma grande assistência para uma “bomba” de Adama Traoré na área descaído na direita que deu a vitória ao Wolves aos 90+2′.

[Clique na imagem para ver o golo do Fulham-Wolverhampton em vídeo]

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