O autoagendamento da toma da vacina contra a Covid-19, através de uma plataforma digital, está a ser concluído, devendo estar em funcionamento daqui a 15 dias, adiantou este sábado o coordenador da Task Force do plano de vacinação.

“O autoagendamento está a ser terminado, vai ainda ser testado e, só depois, é que vai entrar, segundo a linguagem informática, em produção. Espera-se a entrada em produção daqui a 15 dias”, afirmou o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo numa visita ao centro de vacinação de Gondomar, no distrito do Porto.

Nos últimos tempos “aconteceram coisas”, nomeadamente relacionadas com as vacinas, que fizeram com que houvesse outras prioridades para resolver “mais urgentemente”, justificou.

O coordenador da Task Force lembrou que o mundo está a mudar e o planeamento tem de se adaptar a essas mudanças.

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Já sobre a vacinação dos professores, processo que decorre este fim de semana, o vice-almirante Gouveia e Melo disse estar a ser administrada a vacina da Pfizer por “motivos logísticos”.

Gouveia e Melo. Não ser vacinado é um “totoloto” perigoso e “ninguém está esquecido”.

“A operação é muito complexa logisticamente, a grande maioria das pessoas [vacinadas este fim de semana] faz parte de uma faixa etária em que é aconselhável a vacina da Pfizer ou da Moderna”, referiu.

O responsável defendeu que tem de haver uma distribuição diversificada das diferentes vacinas no território nacional, não fazendo sentido concentrar vacinas por regiões.