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A indignação é generalizada: quase todos os partidos criticam frontalmente a opção do Governo por tornar o teletrabalho obrigatório em algumas empresas e zonas até ao final do ano e o assunto vai mesmo ser chamado ao Parlamento. Mas isso não significa que a regra seja revogada: a ideia do PSD não é essa e, se não houver acordo para apresentar uma alternativa na oposição, pode mesmo ficar tudo como está.

Que o decreto-lei do Governo vai mesmo ser puxado para discussão no Parlamento já é uma certeza, uma vez que a Constituição estabelece que basta 10 deputados fazerem o pedido para agendar o debate na Assembleia da República. Com pedidos de PSD, PCP e um grupo de deputados que incluem CDS, IL, deputadas não inscritas e alguns sociais-democratas — a deputada do PSD Margarida Balseiro Lopes, uma das que assinaram o pedido, explica que a intenção foi apenas “permitir que também este pedido fosse para a frente” — há um número de deputados mais do que suficiente para ‘acionar’ a discussão.

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