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Marcelo Rebelo de Sousa escusou-se a comentar a atribuição de prémios à administração do Novo Banco, considerando que estão em causa critérios de gestão de cada instituição bancaria, mesmo que neste caso existam apoios frutos de compromissos assumidos pelo estado. “Aí, cada qual é livre de gerir”. Mas deixou avisos, ainda que “abstratos e de bem senso universal”.

O Presidente da República alertou para a responsabilidade das decisões públicas sobre esta matéria em concreto. Quem direta ou indiretamente tem alguma coisa a haver com garantias públicas deve ter presente isso nas suas decisões, mesmo quando se trata de instituições que não são públicas, tiveram a ver com decisões publicas”. E deixou o aviso (

“Pensem que os portugueses estão naturalmente atentos ao que implica decisões públicas. Isto é abstrato faz parte do bom senso universal”.

A reação do presidente à reedição da polémica sobre os prémios do Novo Banco seguiu-se a respostas mais musculadas do Ministério das Finanças e do governador do Banco de Portugal que vão contra esta política de bónus no Novo Banco, decididos (mas não pagos) em anos de avultados prejuízos e de chamadas de capital ao Fundo de Resolução.

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