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Se nos dissessem em crianças que, um dia, nos fartaríamos de “Star Wars” e que o Rato Mickey se pareceria, perigosamente, com o Imperador Palpatine, ficaríamos francamente zangados com a brincadeira. Que o Pai Natal não existisse, um puto ainda dava de barato; agora, “Star Wars”? Walt Disney? Estamos a pisar solo sagrado, meus amigos. Não-brinquem-comigo.

Bom, mas quem saberia então o que traria o futuro? Que nem as cassetes eram para sempre? Que a tecnologia iria ainda mais além daqueles visores onde rodávamos meia dúzia de slides com bonecos vagamente tridimensionalizados? Que, um dia, adultos não foragidos do manicómio andariam na rua de trotinete e headphones coloridos nas orelhas?

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