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Narendra Modi não se deslocou ao Porto e não compareceu, como previsto, na conferência de imprensa conjunta. Ainda assim, António Costa considerou a cimeira UE-Índia deste sábado um “sucesso”, até porque sob a batuta da presidência portuguesa foi colocado fim a um bloqueio com oito anos. “As negociações que estavam congeladas desde 2013 vão ser retomadas. As portas ficam abertas para acordos com a Índia ao nível comercial e dos investimentos”, assegurou Costa. A relação Costa-Modi terá sido fundamental para que a cimeira não fosse adiada para outra presidência rotativa posterior à portuguesa.

Modi está a braços com aquilo que Costa classifica de “situação dramática” no país devido à pandemia de Covid-19, daí que para o português seja ainda mais relevante que o primeiro-ministro indiano “não tenha adiado” esta cimeira. O primeiro-ministro português — que tem feito referências várias vezes a feitos históricos nestes dois dias no Porto — diz que “pela primeira-vez houve uma cimeira em que a Índia esteve com as instituições europeias, mas também com os 27 Estados-membros”.

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