Os volantes dos F1 actuais servem para muito mais do que somente virar para a esquerda ou para a direita, as suas funções essenciais. Carlos Sainz Jr, piloto oficial da Ferrari, começa por arrumar os botões mais simples, respectivamente aquele que permite colocar a caixa em ponto-morto (N), o que liga e desliga o rádio para falar com o engenheiro e a box (Radio) e o que permite recarregar a bateria (CHG) para que a power unit possa fornecer a máxima potência (motor de combustão e as unidades eléctricas).

Outro dos botões mais importantes é o que limita a velocidade no pitlane (P), ou o que incrementa a lubrificação do motor (OIL), com Sainz a impressionar pelo pouco que sabe sobre muitas das funções – ou que diz que sabe –, como por exemplo quando menciona como tem de proceder quando o seu engenheiro lhe pede para seleccionar a opção “default 56”, através dos botões 10- e 1+, o primeiro a ser pressionado cinco vezes para afixar as 5 dezenas e o segundo as seis unidades.

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O botão central é o que determina o modo de utilização da mecânica e, por tabela, o consumo de energia, permitindo optar entre os modos Race, Box, Slow e Push, além dos utilizados para a volta de formação ou o warm up, com o piloto a referir-se apenas a 6 dos 12 modos de condução.

O preferido de Sainz é o comando rotativo (ENG) que regula a potência fornecida pelo motor, que se estima que ronde os 1000 cv na posição 1, usada durante a qualificação ou para realizar (ou defender) uma ultrapassagem determinante para o resultado da corrida. A posição 12, a menos potente, poderá ser utilizada para circular atrás do pace car.

Descubra no vídeo divulgado pela marca italiana os restantes segredos do F1 da Ferrari de 2021, que terminou o Grande Prémio de Portugal, disputado no autódromo de Portimão, na 6ª posição. Em 2019, a Mercedes mostrou o seu volante de F1, com a ajuda de Valtteri Bottas:

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