O parlamento autorizou esta quinta-feira o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a deslocar-se à Eslovénia, à Bulgária e a Madrid, entre 30 de maio e 5 de junho, numa votação por unanimidade.

O pedido de autorização do chefe de Estado deu entrada na Assembleia da República em 13 de maio e não inclui mais informação sobre estas visitas, além do intervalo de datas.

O assentimento da Assembleia da República às deslocações do chefe de Estado é uma formalidade imposta pela Constituição, que estabelece que o Presidente da República não pode ausentar-se do território nacional sem autorização do parlamento.

Frequentemente, as datas das deslocações oficiais que são aprovadas pelos deputados incluem, por segurança, um ou dois dias a mais do que o período efetivo da visita. Reeleito Presidente da República em 24 de janeiro deste ano, com 60,67% dos votos expressos, Marcelo Rebelo de Sousa tomou posse para um segundo mandato em 9 de março.

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Três dias depois, realizou as suas duas primeiras visitas ao estrangeiro, repetindo os mesmos destinos do primeiro mandato: na manhã de 12 de março foi recebido pelo papa Francisco no Vaticano, e à tarde pelo monarca espanhol, Felipe VI, em Madrid.

Entre segunda e terça-feira desta semana, Marcelo Rebelo de Sousa esteve em Cabo Verde e, pela primeira vez desde que assumiu a chefia do Estado, na Guiné-Bissau, em visita oficial.