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Criadores e agentes culturais de todas as áreas têm a partir desta semana uma nova perspetiva na candidatura a apoios da União Europeia e no acesso ao financiamento de empresas. É esse um dos objetivos da recém-criada reCenter Culture, descrita como uma “agência para o investimento no setor cultural nacional”, cuja apresentação pública acontece nesta quinta-feira em Lisboa — a partir das 18h00 no Jardim do Grémio Literário.

A reCenter Culture deve a sua criação, “sem dúvida nenhuma”, aos efeitos da pandemia, segundo Guta Moura Guedes, diretora da ExperimentaDesign. A mesma responsável reconhece os apoios criados nos últimos 15 meses pelo Governo, pelas autarquias e por instituições privadas para estancar a inatividade dos agentes culturais e as situações de carência ou pobreza que daí advieram. Mas é preciso fazer mais, diz. “As fragilidades da sociedade ficaram a nu, sobretudo na cultura. Não é uma situação portuguesa, é internacional, mas se não tivermos uma ação imediata e se não formos mais longe o setor cultural poderá colapsar e é isso que importa evitar”, afirma.

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