Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Os especialistas ouvidos pelo Observador após a reunião no Infarmed concordam que a matriz de risco que guia o Governo no desconfinamento se mantenha inalterada, tal como os conselheiros científicos do Executivo transmitiram esta manhã através de Andreia Leite, epidemiologista da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa.

Tanto Francisco Antunes, infecciologista do Instituto de Saúde Ambiental, como Tiago Correia, especialista em saúde internacional do Instituto de Higiene e Medicina Tropical, entendem que a incidência e o R(t) continuam a ser os melhores indicadores para descrever a situação epidemiológica em cada momento. Em concordância com Andreia Leite, o médico argumenta que esses continuam a ser os dados por que se regem os outros países, em conformidade com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC).

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.