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Francisco Rodrigues dos Santos apenas admite ter procurado a “pacificação do partido”, quando fez um discurso de toca a reunir na reunião da Comissão Política desta segunda-feira. Numa intervenção enquanto decorria o Conselho Nacional, o presidente do CDS disse esta terça-feira que as declarações que lhe foram atribuídas — em que terá dito que acha “que não há solução para isto [o CDS]” — foram “descontextualizadas”. O líder centrista sugeriu ainda que, ao contrário de si, os críticos o minavam na imprensa escudando-se no anonimato: “Eu não falo em off. O que eu digo foi transmitido durante o ano pelas televisões.”

Quanto às autárquicas, outro dos temas em análise no Conselho Nacional, o líder do CDS diz que o objetivo é “combater a esquerda” e demonstrar que o CDS sabe “dialogar com o centro e a direita“. Nesse sentido, os grandes objetivos que traça são os seguintes: “Retirar a esquerda do poder no maior número de autarquias, aumentar os eleitos do CDS, reforçar a marca de proximidade em cada terra”.

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