Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

A polémica dos migrantes de Odemira e as violações das regras sanitárias em Lisboa (festejos do título do Sporting) e no Porto (turistas e adeptos) ingleses custaram caro ao primeiro-ministro. As avaliações positivas de António Costa caíram nove pontos percentuais em maio face ao mês anterior (ficando nos 50%), o que representa uma das maiores quedas nesta série do barómetro Aximage e o seu pior resultado desde julho de 2020. As conclusões são do barómetro da Aximage, divulgado este sábado pelo JN, DN e TSF.

Apenas 7% das pessoas respondem que a atuação de António Costa é “Muito Boa”, uma queda de cinco pontos face ao mês anterior, enquanto 43% responde que é “Boa” (menos 4 pontos).

Em sentido contrário, as avaliações negativas subiram oito pontos, situando-se agora nos 27%. O seu saldo de popularidade (a diferença entre as avaliações positivas e as negativas) está agora nos 23 pontos, uma marca em que não estava desde setembro.

Isto significa que aumentou a diferença de popularidade para Marcelo Rebelo de Sousa. O Presidente da República tem 70% de avaliações positivas (uma descida de apenas 1 ponto percentual) e 10% de avaliações negativas. Ou seja, um saldo positivo de 60 pontos.

António Costa perdeu popularidade sobretudo entre os cidadãos mais velhos (uma queda de 23 pontos nos cidadãos com mais de 65 anos) e na Área Metropolitana do Porto (onde desceu 19 pontos).

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR