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Com o progressivo levantamento das restrições, a taxa de desemprego caiu 0,2 pontos percentuais em julho face ao mês anterior, fixando-se em 6,6%, segundo os dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta terça-feira. Face a julho de 2020 a quebra foi mais expressiva: de 1,5 pontos percentuais.

Nas estimativas do instituto, havia, em julho, 341 mil desempregados, menos 3,3% (11,6 mil) em relação ao mês anterior e menos 15,7% (63,7 mil) por comparação com o mesmo mês de 2020. Por seu turno, a população empregada aumentou 0,8%, mais 39,5 mil do que no mês anterior e mais 238,2 mil face a um ano antes, para um total de 4.842,7 mil pessoas.

O INE contabiliza ainda a população inativa (aqueles que, não tendo emprego, não procuram ativamente emprego e/ou não estão disponíveis para trabalhar), que totalizou 2.495,7 mil pessoas em julho, uma redução de 1% (26,3 mil) face a junho e de 6% (158,3) em comparação com o período homólogo. Como consequência subiu a população ativa — 5.183,7 mil pessoas incluem-se nesta categoria, tendo aumentado 0,5% (27,9 mil) em relação ao mês precedente e 3,5% (174,5 mil) quando comparada com o mês homólogo.

A taxa de desemprego dos jovens também está a diminuir: caiu para 23,5% em julho, uma redução de 1,9 pontos percentuais face a junho. É o valor mais baixo desde março de 2021. O indicador também compara bem face há um ano, já que em julho de 2020 estava nos 26,4%.

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