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Foi a revelar dois novos dados que o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo começou a sua intervenção na reunião que junta peritos e políticos para debater a evolução da pandemia, no Infarmed, esta quinta-feira: “Atingimos os 86% de primeiras doses e 81,5% de vacinação completa”. conhecidos estes valores, o responsável pela task force da vacinação contra a Covid-19 conclui: “A guerra não terminou, mas pelo menos a primeira batalha está ganha”.

Desde que a vacinação contra a Covid-19 arrancou em Portugal, no final de dezembro de 2020, já foram administradas cerca de 15 milhões de vacinas. “Estão por vacinar em território nacional cerca de 400 mil pessoas”, adiantou o vice-almirante, detalhando: “Destas, 150 mil são recuperadas ainda não elegíveis para a vacinação”. Contas feitas, previsões igualmente feitas: o vice-almirante acredita que Portugal atinja 85% de vacinação completa no fim de setembro — no máximo na primeira semana de outubro.

Atingimos os 85% [com uma dose] no início de setembro. Já estamos nos 86% [com uma dose] e pensamos que vamos atingir os 85% de vacinação completa no fim de setembro — quanto muito, primeira semana de outubro”, disse.

Já foram vacinados com uma dose cerca de 588 mil jovens entre os 12 e os 17 anos. Com a vacinação completa, há cerca de 329 jovens vacinados — cerca de 55,8% da faixa etária. “Temos a perspetiva de conseguir vacinar 85,6% desta faixa etária”, disse. Gouveia e Melo acrescentou ainda que dos cerca de 614 mil cidadãos estrangeiros, contactáveis em território nacional, já foram vacinados mais de 437 mil.

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Eventual terceira dose administrada entre a partir da segunda quinzena de dezembro até março

Portugal tem à volta de 1,1 milhão de vacinas em reserva, segundo adiantou também o vice-almirante. “Temos vacinas sem preocupação eventualmente até para uma terceira dose, se for necessária, acima dos 65 anos“, disse.

A partir de segunda semana de outubro, haverá “um foco na vacinação da gripe”, disse o vice-almirante. Depois, a partir da segunda quinzena de dezembro, termina essa vacinação da gripe — que é “o risco maior neste momento”, considerou. “E começa outro foco: eventualmente se houver uma terceira dose para mais de 65 anos até meados de março“.

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