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Na antevisão do encontro frente ao Moreirense, Sérgio Conceição deixou no ar que ia fazer algumas alterações no onze inicial, até porque algumas eram obrigatórias, mas pediu acima de tudo compromisso. A equipa correspondeu, principalmente na segunda parte, de acordo com o técnico do FC Porto, a dizer que o que viu “chegou”, apesar de algumas coisas que aconteceram na primeira parte terem “de ser faladas ao intervalo”. O que terá resultado, porque os dragões não só acabaram a vencer por 5-0, como somaram a 13.ª vitória em 13 receções ao Moreirense.

“Só ter bola, de forma passiva, não é a minha forma de estar, nem de pensar o futebol. Obviamente que dentro daquilo que era a nossa estrutura inicial, tínhamos jogadores muito capazes a nível técnico, sem dúvida absolutamente nenhuma, mas é preciso dar ao jogo outros ingredientes para incomodar o adversário, se não fazemos umas cocegazinhas e não chega. Acho que na segunda parte a interpretação foi muito boa daquilo que queríamos para o jogo. Tivemos mobilidade, bola, por vezes demos coisas diferentes ao jogo. A segunda parte foi bem conseguida. Sabíamos que íamos apanhar um adversário que tem a sua valia, com uma equipa técnica capaz e jogadores que podiam ser perigosos no momento da nossa perda de bola. Era importante compromisso, levar o jogo para onde queríamos e foi isso que aconteceu”, garantiu em declarações à Sport TV na flash interview.

Sobre as mudanças na equipa, ainda foram algumas a comparar com jogo da passada quarta-feira frente ao Atlético Madrid, Conceição disse que “o mais importante” é que confia nos jogadores “todos”. “Hoje jogaram alguns que não tinham tantos minutos e deram excelente resposta, sinónimo de que todos os dias trabalham bem”, afirmou, acrescentando que tem uma grupo “competitivo”, não só contra os adversários, mas também “no balneário”, algo “essencial” e que traz uma “disputa grande para cada um conseguir o seu lugar”. “Cabe-me escolher”, frisou.

“Era importante ter mobilidade, não dar referências a uma possível linha de cinco, outras nuances e foi isso que eu procurei, com gente capaz de dar ao jogo situações diferentes do que dois avançados puros”, disse, sobre o facto de ter colocado Fábio Vieira numa espécie de lugar de segundo avançado e referindo ainda que foi “importante ter o Vitinha porque tem características” para o jogo deste domingo. “Olhamos para a consistência e os jogadores em cada uma das suas posições dão o seu melhor. Tenho um grupo com qualidade”, garantiu.

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