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A Ford apresentou o restyling do seu representante no segmento C, concentrando-se em dotar o Focus com uma imagem mais moderna, grupos motopropulsores com uma ligeira electrificação para baixar consumos e, no interior, essencialmente um sistema de infoentretenimento mais evoluído.

Por fora, as mudanças incidem essencialmente na grelha, que cresceu em dimensões e passa a integrar o emblema da marca. Os grupos ópticos também mudam, à frente e atrás, com os faróis a passarem a ser em LED em toda a gama. Confira abaixo o antes e o depois:

Como é natural, o arranjo estético vai variando consoante a variante escolhida (Titanium, ST-Line e Active), podendo ser depois complementado com packs que ora reforçam o equipamento da versão (Pack X), ora capricham na qualidade dos materiais e dos acabamentos, perseguindo um apelo mais luxuoso. É o que acontece no nível de topo Vignale, que passa a estar disponível num leque mais alargado de motorizações.

Segundo a marca, na carrinha, a versatilidade da bagageira foi incrementada com uma série de soluções que visam facilitar o dia-a-dia de quem precisa manter o espaço lá atrás organizado e, simultaneamente, prático de utilizar. Daí que a marca da oval azul se tenha dado inclusivamente ao trabalho de “fazer um desenho” para explicar aos potenciais clientes as diferentes possibilidades que a configuração do porta-bagagens prevê (fotogaleria de abertura). De referir que a capacidade da bagageira da Sportbreak passa para 635 litros, um excelente valor neste segmento.

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No interior, o destaque vai para o centro do tablier, onde agora se encontra um ecrã de maiores dimensões (12,3 polegadas), “rosto” do novo sistema SYNC4, que permite uma miríade de funcionalidades, desde a ligação à cloud passando pela execução de comandos de voz, além de ser compatível com Apple CarPlay e Android Auto. O sistema da Ford é actualizável remotamente (suporta updates over-the-air) e, se associado à app FordPass, permite ao utilizador controlar uma série de funções do veículo a partir do seu smartphone.

Sob o capot, não há alterações de relevo, salvo a ligeira electrificação do motor a gasolina de 1,0 litros nas versões com 125 ou 155 cv. Os EcoBoost Hybrid mild hybrid de 48 V estão disponíveis com uma caixa manual de seis velocidades e, pela primeira vez, podem ser combinados com uma transmissão automática de sete relações. A oferta a gasóleo mantém-se por conta do EcoBlue 1.5, com 95 e 120 cv de potência.