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Após os patrões terem abandonado a concertação social, Marcelo Rebelo de Sousa anunciou que vai “receber as entidades patronais e sindicais” já na “sexta-feira da próxima semana”. O Presidente acrescenta que já antes destes desenvolvimentos tinha “antecipado a vantagem” de ouvir os parceiros sociais “sobre a situação económica e social que se vive.” O chefe de Estado continua a apelar, sem mudar muito o discurso, a que o Orçamento seja aprovado.

O Presidente alerta que a “incerteza e a insegurança dominam em muitos aspetos na economia e na sociedade” e que a passagem do Orçamento do Estado para 2022 “tem a vantagem de não juntar mais um crise, mais um fator crítico ao que já existe”.

Para Marcelo Rebelo de Sousa a “melhor resposta à incerteza é a certeza”, advertindo novamente que “a incerteza continua ainda muito evidente, mais do que desejaríamos”, com a pandemia a teimar em não se tornar endémica e com uma “recuperação económica e social está lenta e difícil.”

Sobre as negociações dos partidos continua em silêncio: “Não vou comentar o que está em curso.”

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