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"Putin não é bem-vindo." Manifestantes arménios protestam contra visita de Presidente russo, que participa numa cimeira no país

Na Arménia, país tradicionalmente alinhado com a Rússia, várias pessoas protestaram contra a chegada de Putin à capital, para participar numa cimeira. "Slava Ukraini" foi dos gritos mais ouvidos.

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A Arménia é um país que mantém uma relação diplomática amistosa com a Rússia, mas isso não impediu que milhares de manifestantes saíssem à rua para protestar contra a visita oficial do Presidente russo, Vladimir Putin, e do chefe de Estado bielorrusso, Alexander Lukashenko. Os dois estão, esta quarta-feira, em Yerevan, para participar na cimeira da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (CSTO, sigla em inglês).

Os primeiros protestos contra a presença de Vladimir Putin ocorreram já na terça-feira à noite, dia em que o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, chegou à Arménia. A manifestação, que tomou conta de várias ruas no centro da capital, contou com gritos como “Slava Ukraini [Glória à Ucrânia]” e “Putin não é bem-vindo”. Pelo meio, também se viam várias bandeiras ucranianas, norte-americanas e da União Europeia.

A manifestação desta terça-feira à noite foi organizada por vários partidos políticos e foi convocada por dois motivos: o primeiro prende-se com a solidariedade à causa ucraniana, o segundo está relacionado com o facto de a Rússia e a Bielorrússia rejeitarem apoiar militarmente a Arménia, que continua em conflito com o vizinho Azerbaijão, por causa da soberania do enclave de Nagorno-Karabakh.

Esta quarta-feira, os protestos repetiram-se, um deles na Praça da República. Os manifestantes voltaram a sair às ruas com bandeiras da Ucrânia e dos Estados Unidos, pedindo uma aproximação ao Ocidente. “Ou nos juntamos à família das nações civilizadas e seremos salvos, ou permaneceremos amarrados ao naufrágio do império russo — e afundaremos com ele”, disse o professor universitário Garegin Chugazsyan, que participou nas manifestações, citado pela Radio Free Europe.

Noutra localidade da capital arménia, desta feita na Praça da Liberdade, várias pessoas juntaram-se para protestar contra a presença de Vladmir Putin no país, tendo sido hasteadas várias bandeiras da Ucrânia. Num dos vídeos publicados nas redes sociais, vê-se uma dezena de manifestantes com um papel na mão — cada um deles tinha inscrito o nome de uma cidade ucraniana destruída pelas forças russas, tais como Bucha, Irpin, ou Mariupol.

Os manifestantes apelam ainda à saída da Arménia da Organização do Tratado de Segurança Coletiva, de que fazem ainda parte a Bielorrússia, o Cazaqusitão, a Rússia, o Quirguistão e o Tajiquistão. Os chefes de Estado dos seis países estão reunidos em Yerevan e discutirão, entre outros assuntos, a situação na Ucrânia e o apoio militar às autoridades arménias.

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