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Os ministros dos Negócios Estrangeiros francês e norueguês anunciaram esta segunda-feira a convocação dos embaixadores russos nos respetivos países, no seguimento da morte em prisão do opositor Alexei Navalny.

Durante uma viagem à Argentina, o francês Stéphane Séjourné anunciou esta segunda-feira que decidiu convocar o embaixador russa e disse que “o regime de Vladimir Putin voltou a mostrar a sua verdadeira natureza”.

Já o Ministério norueguês anunciou a convocação embaixador em comunicado.

No texto, é anunciado que “a Noruega vai exprimir o seu ponto de vista quanto à responsabilidade das autoridades russas nesta morte e à realização de uma investigação independente” à morte do opositor.

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Estas posições francesa e norueguesa somam-se a outras similares conhecidas ao longo do dia desta segunda-feira, tomadas por Países Baixos, Espanha, Suécia, Alemanha, depois de o Reino Unido ter convocado o embaixador russo na sexta-feira.

Governo espanhol convoca embaixador russo

Já o chefe da diplomacia da União Europeia, Josep Borrell, disse que Putin deveria “prestar contas” sobre a morte de Navalny, depois de ter recebido a viúva deste, em Bruxelas.

Alexei Navalny morreu a 16 de fevereiro, aos 47 anos, numa prisão do Ártico, onde cumpria uma pena de 19 anos.

Os serviços penitenciários da Rússia indicaram que Navalny se sentiu mal depois de uma caminhada e perdeu a consciência.

Destacados dirigentes ocidentais, a família e apoiantes do opositor responsabilizam o presidente russo, Vladimir Putin, pela sua morte.

Relatos de morte súbita e uma autópsia por realizar. O que se sabe (e não sabe) sobre a morte de Navalny