Esta quarta-feira falamos da comida tradicional portuguesa. O alerta veio sob a forma de texto assinado por Ricardo Dias Felner no Expresso: “A restauração tradicional do Alentejo tornou-se num cliché desenxabido e o país parece continuar a aplaudir e a gostar de pagar coelho por lebre”. Palavras a lembrar outras de Ruy Vieira Nery não sobre a cozinha alentejana, mas sim sobre este tempo de chefs: “Antigamente as cozinheiras dos bons restaurantes portugueses eram umas senhoras rechonchudas e coradas, em geral já de idade respeitável, com nomes bem portugueses ainda a cheirar a aldeia – a D. Adozinda, a D. Felismina, a D. Gertrudes. Hoje em dia, ao que parece, nestes tempos de terminologias filtradas, já não há cozinheiros, há “chefes”. Mas afinal o que é a cozinha portuguesa de hoje em dia?  Será que a cozinha de fusão fusão matou a comida de tacho?

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