O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) reiterou esta terça-feira a “condenação liminar da perseguição da oposição” na Venezuela na sequência das últimas e contestadas eleições presidenciais, e a “obrigação de libertar luso-venezuelanos detidos”, após contacto com a liderança oposicionista.
O chefe da diplomacia portuguesa,Paulo Rangel, manteve na segunda-feira uma conversa com Edmundo González Urrutia, candidato que reclama vitória sobre o Presidente venezuelano Nicolás Maduro nas eleições de 28 de julho, e com a líder da oposição, María Corina Machado, “sobre as eleições e a onda de repressão”, segundo publicação do ministério na rede social X.
????????@EdmundoGU e @MariaCorinaYA conversaram ontem com o MNE @PauloRangel_pt sobre as eleições e a onda de repressão. O MNE reafirmou a condenação liminar da perseguição da oposição, a obrigação de libertar os luso-venezuelanos detidos e a defesa intransigente da posição da UE.
— Negócios Estrangeiros PT (@nestrangeiro_pt) August 13, 2024
“O MNE reafirmou a condenação liminar da perseguição da oposição, a obrigação de libertar os luso-venezuelanos detidos e a defesa intransigente da posição da União Europeia (UE)”, refere a mesma publicação.
Fonte oficial do ministério disse à Lusa que a conversa entre Rangel e Urrutia, a primeira entre ambos, durou cerca de 40 minutos.