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Gargantilhas, corpetes e peças vintage: Margot Robbie trocou o cor de rosa pelo glamour gótico da época vitoriana

Este artigo tem mais de 6 meses

Para a promoção de "O Monte dos Vendavais", Margot Robbie voltou a trabalhar com o stylist Andrew Mukamal e fundiu estilo pessoal com a época vitoriana. O resultado: um desfile de glamour gótico.

20 fotos

Três anos depois de o mundo da Barbie ter tomado conta de passadeiras vermelha, lojas de roupa, cinemas e até do stock mundial de tinta cor-de-rosa, Margot Robbie domina novamente o “method dressing” com o stylist Andrew Mukamal, desta vez deixando o rosa para trás e apostando num glamour gótico sombrio saído diretamente do romance O Monte dos Vendavais.

Ao longo dos eventos de promoção do filme, a adaptação cinematográfica do romance clássico de Emily Brontë, os visuais da atriz australiana não têm passado, de todo, despercebidos, numa mistura de referências históricas e silhuetas contemporâneas. Tal como aconteceu com Barbie, também aqui Margot Robbie e Andrew Mukamal fundem a moda do final do século XVIII, reimaginando-a, com o próprio estilo da atriz, que interpreta a protagonista, Catherine Earnshaw.

Com vestidos com silhuetas de inspiração vitoriana, Margot Robbie tem apostado em corpetes e gargantilhas numa conjugação entre peças vintage e looks customizados, entre o antigo e o novo e a realidade e a fantasia. Logo na estreia mundial do filme em Los Angeles a atriz utilizou um vestido da marca de alta-costura Schiaparelli, feito à medida a partir da coleção de primavera 2026, composto por um corpete de renda e por uma saia volumosa, com um degradé em tons de preto e vermelho, que representa a decadência em O Monte dos Vendavais. A apostar bastante também nos acessórios, a escolha foram uns brincos de diamantes Lorraine Schwartz, um anel de rubis e diamantes do século XIX de Fred Leighton e o colar da coleção privada de Elizabeth Taylor, o Taj Mahal Diamond.

Também na estreia em Londres, a atriz australiana fez de uma peça destaque: uma réplica de uma pulseira que foi feita com o cabelo da própria escritora. A pulseira usada por Margot Robbie é uma reprodução da Wyedean Weaving da peça de joalharia vitoriana de 175 anos que pertencia à irmã de Emily Brontë, Charlotte, e foi feita com o cabelo da escritora e da irmã Anne Brontë. A conjugar, um vestido nude transparente, feito sob medida por Dilara Fındıkoğlu, com um corpete e detalhes com corda.

Na estreia australiana, Robbie apareceu com um look nupcial, um vestido personalizado da Ashi Studio em colaboração com Mister Pearl. Novamente aqui o corpete clássico surgiu, acompanhado por umas mangas transparentes com os ombros à mostra e uma gargantilha Lorraine Schwartz. Em Paris, a escolha foi um vestido vermelho de veludo da Chanel, criado por Matthieu Blazy, com corpete, cauda dramática e saia branca, e uma gargantilha também aveludada.

Para uma sessão fotográfica em Londres, o vermelho foi também a escolha, desta vez a surgir nas meias por entre o casaco que completa o look vintage da coleção Primavera/Verão 1992 de John Galliano, com Manolo Blahnik para os sapatos e Jessica McCormack nos acessórios. Inspirados na frase “prefiro ser abraçada por uma cobra” da obra que inspira o filme, para Beverly Hills, Robbie e Mukumal apostaram na coleção Outono/Inverno 2025 de Dilara Fındıkoğlu, com um conjunto em pele de cobra vermelha equilibrou elementos da moda antiga, com mangas com cordões e o corpete, com silhuetas modernas, incluindo uma minissaia e um sutiã com pontas.

Não é apenas nas campanhas do filme que a atriz encara a época vitoriana. No passado dia 4 de fevereiro, Margot Robbie apareceu em Londres com um conjunto completo de Dilara Fındıkoğlu: um corpete floral tingido à mão conjugado com uns jeans pretos de cintura baixa com fivelas de couro. Para os acessórios, uns óculos de sol da colaboração Gentle Monster x Maison Margiela e uns sapatos da Paris Texas.

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