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Vitela, Ananás dos Açores e Wasabi (Flores do Bairro)

Esta é a última carta do Flores do Bairro, antes da mudança para o topo do Bairro Alto Hotel, que vai obrigar ao encerramento do restaurante. E o chefe Bruno Rocha esmerou-se na sua criação: esta entrada, uma língua de vitela finamente laminada, com ananás e maionese de rábano é excelente exemplo disso mesmo.

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Rissóis de peixe com arroz de tomate (Flores do Bairro)

Ainda no Flores do Bairro vários dos novos pratos da ementa foram sugeridos por gastrónomos, enquanto símbolos da cozinha lisboeta. Estes magníficos exemplares de uma espécie em vias de extinção, o rissol de peixe, foram sugestão do diretor do Peixe em Lisboa e co-autor do blogue Mesa Marcada, Duarte Calvão.

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Lima, Limão e Gin Tónico (Flores do Bairro)

Nas sobremesas houve uma renovação integral na carta. Esta é uma das quatro novas criações de Bruno Rocha para o momento final da refeição. Muito cítrica e fresca. De notar que esta carta ficará em vigor até outubro, altura em que o restaurante irá encerrar em definitivo devido às obras no Bairro Alto Hotel.

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Asa de Raia (LAB by Sergi Arola)

Na nova carta do LAB, no Penha Longa Resort, Sergi Arola e Milton Anes apostam, entre outros, nesta suculenta asa de raia assada, coberta de manteiga de ervas e pés de porco – uma combinação improvável mas vencedora, com um sedoso creme de feijão preto no fundo que remete para o conforto das sopas de infância.

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Pintada (LAB by Sergi Arola)

O sabor forte do prato de pintada deve-se ao respetivo molho engendrado por Sergi Arola – que desde o encerramento do seu restaurante em Madrid tem estado com frequência por estas bandas. Trata-se de um molho de ‘aji amarillo’ peruano picante q.b onde a carne e as migas de milho que a acompanham ganham nova vida.

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Abade de Priscos (LAB by Sergi Arola)

Não é um Abade de Priscos tradicional, com todas as gemas, toucinho e Vinho do Porto, mas antes uma versão mais suave, que talvez se devesse chamar, qual cadeira universitária, Introdução ao Abade de Priscos. Com o bónus, aqui, de incluir uma pipoca de torresmo que devia ser promovida à receita tradicional.

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Himalayan Salt Rock Sashimi (SushiCafé Avenida)

Na nova carta do SushiCafé Avenida, o chefe Daniel Rente quis aproximar-se da cozinha japonesa contemporânea. Uma das suas propostas recentes é este sashimi de barriga de atum (com maracujá, para cortar a gordura) apresentado numa placa de sal dos Himalaias.

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Kuro Ceviche (SushiCafé Avenida)

Outra das novas entradas da ementa é este ceviche negro (é precisamente esse o significado da palavra ‘kuro’), onde os peixes escolhidos vêm acompanhados de um puré negro de batata doce, chips de arroz e ovas de salmão, num jogo interessante de texturas.

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Wagyu Truffle (SushiCafé Avenida)

E porque nem só de peixe cru se faz a cozinha nipónica, outro dos pratos de Daniel Rente junta a carne de vaca de raça japonesa (wagyu) a uma espécie de cogumelos igualmente popular no Japão, os shimeji. O prato é abrilhantado por raspas de trufa negra e temperado com azeite da dita.

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Sorrentino de Couve Portuguesa (Volver de Carne y Alma)

No Volver de Carne y Alma há um novo chefe, André Pires, a quem cabe continuar a união criativa de sabores portugueses e argentinos. Este ‘sorrentino’ (uma espécie de ravioli típico da Argentina) de couve-portuguesa com ricotta fumada, quinoa e geleia bbq, é uma entrada original, que dá o mote para o que se segue.

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Nikkei Patagónico (Volver de Carne Y Alma)

O Volver é conhecido, sobretudo, pela oferta de carne, seguindo a boa tradição argentina das ‘parrillas’. Mas nesta nova carta, uma das entradas apresenta um dos peixes mais usados na Patagónia, a truta, apresentando-a de quatro formas diferentes, em tártaro, curada em gravlax, grelhada, e em creme brûlée.

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Pato Crocante (Volver de Carne Y Alma)

O mais conhecido dos chefes argentinos, Francis Mallmann, é homenageado neste prato que combina magret de pato com as míticas batatas assadas ‘dominó’ de Mallmann, cortadas muito finas e dispostas numa pilha como se se tratassem de peças do dito jogo.

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