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Quem chega às imediações do Hospital de São João, no Porto, já não vê televisões em direto junto ao portão de hora em hora, filas de pessoas para entrar nas tendas amarelas do INEM ou carros à espera para deixar alguém nas urgências. Sinais que parecem provar que o pico da Covid-19 já terá passado por ali. “Na última semana de março, entre dois doentes com tosse um era Covid, hoje em 100 doentes com tosse apenas um é positivo. A situação é já muito diferente”, garante Nelson Pereira, médico no serviço de urgência.

O primeiro infetado com o novo coronavírus foi registado no São João no dia 2 de março e a partir daí quase tudo mudou. Consultas foram adiadas, cirurgias remarcadas, os acompanhantes passaram a ficar cá fora e quem entra no hospital tem agora que obedecer a um novo ritual: máscara no rosto, mãos desinfetadas e temperatura corporal avaliada. À exceção dos profissionais de saúde, todos respondem a um inquérito sobre possíveis sintomas e, aos poucos, as recomendações vão deixando de ser uma novidade.

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