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JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Afetos, choque e morte. As 20 frases que marcaram a noite

Isaltino regressa como "um homem de afetos", Passos Coelho deixou Ferreira Leite "atónita e chocada", Cristas deu "boas-vindas" aos novos militantes. As frases que marcam a noite das eleições.

Festejos de uns. Muitas críticas de outros. O resumo das principais frases da noite eleitoral fica marcado pela celebração de Costa, Medina e Assunção Cristas. Pelo desalento de Passos Coelho e pelas críticas que muitos barões do PSD lhe fizeram. Mas também pelo ataque de Rui Moreira na hora da vitória e pela forma como Jerónimo ‘encaixou’ a derrota dizendo que serão os eleitores a arrependerem-se das suas escolhas. E houve ainda um novo presidente dos afetos: Isaltino.

"Estou atónita, chocada. Os resultados são demasiadamente maus para uma pessoa como eu, que gosto do partido, não estar um bocadinho abalada. Muita gente não queria votar nele [Pedro Passos Coelho] e não votou no PSD. Não, não tem [condições de melhorar o PSD]".
Manuela Ferreira Leite, ex-líder do PSD e antiga ministra das Finanças
"A única questão destas eleições é saber a que horas Passos Coelho se demite. Tudo o resto era o esperado e o óbvio. (...) O PSD de facto, para quem o conheceu, só pode concluir que Passos Coelho estava morto só que ninguém teve a coragem de o dizer".
José Miguel Júdice, advogado e ex-militante do PSD
"[CDU à frente do PSD em Lisboa] É mau demais para ser verdade. O PSD sofreu uma grande erosão em Lisboa. Mas ainda é cedo para dizer se Passos Coelho tem condições para continuar à frente do partido".
Pedro Santana Lopes, ex-primeiro-ministro e ex-líder do PSD
"Por amor de Deus, a responsabilidade é minha que tinha a cara nos cartazes. Não estamos contentes. Perdemos as eleições, isso parece-me inequívoco".
José Eduardo Martins, candidato do PSD à Assembleia Municipal de Lisboa
"Sei que alguns de vós votaram pela primeira vez no CDS. Sejam bem-vindos. Em Lisboa somos certamente os líderes da oposição, e no país trabalharemos para ser também".
Assunção Cristas, que conseguiu o 2º lugar para o CDS em Lisboa e conquistou seis autarquias
"Os grandes derrotados desta noite têm rostos como os de António Tavares, Rui Rio e Paulo Rangel. Não digo isto por não nos terem apoiado, mas por terem usado a cidade do Porto para disputas de índole nacional. As autárquicas no Porto não são as primárias secretas do PSD".
Rui Moreira, eleito com maioria absoluta como presidente da Câmara Municipal do Porto
"Não me surpreenderia que Passos Coelho tomasse a decisão, hoje ou daqui a uns dias, de dizer que sai. Se não o fizer, a vida dele vai ser um inferno e vai ter muitas dificuldades em manter-se na liderança do partido. Para o PSD, é uma noite muito má".
Luís Marques Mendes, analistas político e antigo presidente do PSD
"Não há alternativa a uma pessoa séria [Pedro Passos Coelho], a alguém que lutou pelo país e que o pôs a crescer depois de uma bancarrota. Nem sempre quem sai derrotado deixa de fazer aquilo que tem de fazer. Pode-se sair derrotado em muitas batalhas, mas a guerra é outra coisa".
Paula Teixeira da Cruz, ex-ministra da Justiça e ex-presidente da Assembleia Municipal de Lisboa
"O resultado que a minha candidatura alcançou é da exclusiva responsabilidade da equipa que apresentou o programa e fez a campanha".
Teresa Leal Coelho, candidata derrotada à Câmara Municipal de Lisboa pelo PSD
"É verdade que durante 20 anos fizemos muito trabalho em Gondomar. É verdade que com a minha candidatura se voltou a falar de Gondomar. Senti que havia uma grande vontade que nós nos candidatássemos".
Valentim Loureiro, candidato derrotado à Câmara de Gondomar
"A responsabilidade destes resultados menos bons é exclusivamente minha. O que vos peço é para assumirmos estas situações com a mesmo sentimento de humildade e responsabilidade como aconteceu durante muitas vitórias que protagonizei".
Narciso Miranda, candidato independente derrotado à Câmara de Matosinhos
"Eu sou um homem de afetos".
Isaltino Morais, candidato à Câmara de Oeiras
"A perda de presidências de Câmara, que pode atingir as nove ou dez, é sobretudo uma perda para as populações, que não demorarão a perceber o quão errada foi essa opção".
Jerónimo de Sousa, dirigente do PCP
"Pior do que ser cego é não querer ver. Não deve haver um português que ache que ele [Pedro Passos Coelho] está a ser sensato nesta posição que defende. Tenho muita dificuldade em entender o raciocínio que ele está a fazer".
Manuela Ferreira Leite, antiga ministra das Finanças
"Não posso deixar de dizer que não deixarei de ponderar devidamente os resultado alcançados, na medida em que estratégia nacional não ficará imune. Manterei a minha reflexão sobre as condições em que poderei colocar-me e novo em disputa interna no PSD para um próximo mandato".
Pedro Passos Coelho, presidente do PSD
"Não tivemos a vitória que gostaríamos, mas mesmo quando não se ganha por 4-0, ganhar por 2-0 é igualmente uma vitória muito saborosa".
Bernardino Soares, presidente reeleito na Câmara de Loures
"Este momento não é o momento de reflexão para um líder, é um momento de decisão ele devia decidir esta noite. O facto de ele [Pedro Passos Coelho] dizer hoje que está em reflexão, é pior a emenda do que o soneto. Isto foi mau demais. Só lhe vai trazer mais desgaste. Os próximos dias vão ser horríveis para ele porque não sai pelo próprio pé. Vai ser empurrado. Devia poupar o País a isto, poupar o partido e poupar-se a si".
José Sócrates, antigo primeiro-ministro
"O PS teve hoje a maior vitória eleitoral de toda a sua história. Este resultado reforça o PS, mas reforça também a maioria no quadro parlamentar que se iniciou há dois anos. Esta mudança sai reforçada, dando força à continuidade, para assegurar uma política que aposta na devolução dos rendimentos, no crescimento económico, e na redução do desemprego". 
António Costa, primeiro-ministro
"As pessoas têm o direito de se candidatarem. Tenho consideração pela obra que o Dr. Isaltino Morais fez em Oeiras. [O resultado dele significa que] as pessoas reconheceram esse mérito. Em Gondomar o PS teve um grande mérito de unir o partido. E essa unidade deu-lhes a vitória".
José Sócrates, antigo primeiro-ministro
"Obtivemos hoje em Lisboa uma grande vitória. Cumprimos com aquilo que prometemos e nunca prometemos aquilo que não pudemos cumprir". 
Fernando Medina, reeleito presidente da Câmara de Lisboa

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