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Susan Miller tem milhões de leitores, no site e na app

Robin Marchant/Getty Images

Susan Miller tem milhões de leitores, no site e na app

Robin Marchant/Getty Images

Da infância agarrada à cama aos horóscopos com milhões de leitores. Susan Miller, a "super-estrela" dos astros /premium

É a estrela que mais brilha na astrologia. Susan Miller tem milhões de leitores, no site e na app. Em entrevista ao Observador, recorda a infância difícil e faz projeções para o "próspero" ano 2020.

No ano que passou, o britânico The Guardian apelidou-a de “super-estrela da astrologia”. O The New York Times preferiu o termo “rainha dos astrólogos”. Acreditando ou não na astrologia — que não é considerada uma ciência –, Susan Miller é, muito provavelmente, o nome mais conhecido na área a nível internacional. Escreve para revistas em vários pontos do globo, incluindo a brasileira Cláudia e a Vogue Japão, e garante ser detentora do “maior site de astrologia” no que a tráfego diz respeito, o mesmo onde disponibiliza horóscopos gratuitos e que celebrou 24 anos de vida em dezembro. Miller assegura que é “a número 1” tanto nos EUA como no mundo. Tem “11 milhões de leitores únicos e 200 milhões de page views por ano” na página Astrology Zone e, também em 2019, registou 75 milhões de sessões na respetiva aplicação.

Susan Miller teve uma infância difícil por conta de um defeito de nascença que a obrigou a fazer mais de 40 transfusões de sangue ao longo da vida. As finas artérias na perna provocaram hemorragias internas nos primeiros anos. Aos 14, Miller foi hospitalizada na sequência de um ataque severo. Após os 11 meses de hospital, seguiram-se três anos de “fisioterapia intensa” para voltar a andar, motivo pelo qual muitos dos estudos foram feitos a partir de casa. Foi a curiosidade por um futuro melhor que a levou a interessar-se por astrologia, até porque a mãe dominava o assunto. Hoje um nome muito conhecido no universo da astrologia, Miller estudou 12 anos e durante 20 não cobrou por qualquer mapa astral. Diz ter várias despesas — incluindo pagar salários a editores e engenheiros — e assegura que a astrologia é mais aceite: aliás, 40% da sua audiência global é masculina.

Em entrevista ao Observador, a propósito do interesse crescente na astrologia entre os millennials (e não só), Susan Miller recorda a infância e o trajeto profissional. Fala sobre a ligação com os leitores, os haters e o ano que ainda agora começou. 2020, nas palavras de Miller, será próspero, sem recessão económica à vista. Daqui a 360 dias, mais coisa menos coisa, voltamos a falar.

A astróloga Susan Miller apresenta o livro com as previsões para o segundo semestre de 2016, já a chegar a 2017. © D Dipasupil/FilmMagic

D Dipasupil/FilmMagic

Como lida com as pessoas que não acreditam em astrologia e com os chamados haters?
Eu também não acreditava [na astrologia] no início. Pensava que a minha mãe ficava a olhar para um pedaço de papel… Como é que ela conseguiria prever alguma coisa? Eu entendo-os. A essas pessoas digo que não sou uma evangelista. Se não querem saber de astrologia, tudo bem, dá para viver uma vida perfeitamente feliz, mas eu gosto de ter um mapa. Não faz mal se as pessoas não acreditarem, eu respeito-as. Eu adoro astrologia, encorajo as pessoas a fazerem o mapa astral… Digo-lhes para lerem o resumo das minhas previsões mensais (eu escrevo tanto!). As minhas previsões mensais fizeram-me famosa, não as diárias. Aconselho a experimentarem antes de ignorarem.

Quando é que começou a trabalhar com astrologia? E há algum motivo em particular que a tenha levado a aproximar-se da astrologia?
Eu nasci com um defeito de nascença. A minha infância foi consumida por dores terríveis. Tinha dores nas pernas que nunca sabia quando vinham. Quando chegavam eu tinha de ficar na cama, muito quieta, durante seis a oito semanas até o inchaço passar. A maior parte das pessoas não compreendia [o que se passava comigo]. Os médicos não sabiam o que estava errado comigo. Aos 14 anos tive o maior ataque, não melhorei com o passar do tempo e tive de ir para o hospital outra vez — estava sempre a entrar e a sair do hospital, mas desta vez não conseguia andar. Fui operada e foi terrível. Nessa fase ainda só tinha feito oito transfusões. Estive no hospital durante 11 meses.

"Sabe quando somos pequenos e acordamos a meio da noite porque não conseguimos dormir e vamos até à sala e ali está a nossa mãe a estudar o nosso mapa astral? [risos] Eu achava que ela era uma santa, ela nunca estudava o mapa dos outros, só o meu. Eu estava a passar um mau bocado. Tinha 14 anos e queria saber se algum dia ia voltar a andar."

Mas de que forma é que isso a aproximou da astrologia?
Sabe quando somos pequenos e acordamos a meio da noite porque não conseguimos dormir e vamos até à sala e ali está a nossa mãe a estudar o nosso mapa astral? [risos] Eu achava que ela era uma santa, ela nunca estudava o mapa dos outros, só o meu. Eu estava a passar um mau bocado.

Durante toda a minha vida quis ser como todos os outros, ainda quero. Se olhar para mim vai dizer que inventei tudo e que estou bem, mas não posso usar saltos altos, é demasiado doloroso. Houve uma altura em que não havia garantias de que fosse ficar com a perna. A minha mãe dominava astrologia, estudou durante 8 anos antes de eu ter nascido. Estudou com a irmã — aliás, foi a minha tia que a convenceu a estudar astrologia porque a minha mãe achava que não funcionava; a maior parte das pessoas que se tornam astrólogos não estão convencidos de que a astrologia funciona até estudarem. Quando era pequena, a minha mãe disse-me: “Susan, o bom vai-se embora, mas o mau também. Isto vai terminar quando tiveres 14 anos”. Ela viu isso no mapa astral. Não acreditei nela porque sabia que o quer que fosse que eu tinha não ia desaparecer. Mas ela tinha razão, aos 14 anos foi quando o ataque foi tão grande que tive de ir para o hospital. Tinha 14 anos e queria saber se algum dia ia voltar a andar [após o período de hospitalização teve de fazer três anos de fisioterapia].

Pediu à sua mãe para lhe ensinar astrologia?
Sim, mas ela disse que não repetidas vezes. Perguntei-lhe porquê. Respondeu-me que eu ia estudar durante um ano e achar que sabia tudo e que, depois, iria ler os mapas dos meus amigos. (Eu não tinha amigos na altura, mas não faz mal. Era o tipo de criança — e sou o tipo de pessoa — que gosta de estar sozinha.) Queria que ela me ensinasse, mas ela continuava a dizer que não. Mas ela tinha os livros pela casa, nas prateleiras, e eu comecei a lê-los. Porque eu não conseguia andar, a minha irmã dava-me os livros. Quando ela voltava da escola, colocava-os outra vez nas prateleiras. Passado um ano de estar sempre a pedir para me ensinar astrologia, a minha mãe continuava a dizer que não. Ela dizia: ‘Todos nós conhecemos aquelas pessoas que nas festas dizem coisas malucas sobre os signos”.

Ela temia que, estudando astrologia, a Susan pudesse ser mal interpretada?
Não, ela temia que a sua filha falasse de astrologia de forma tonta. Ela temia que, não estudando o suficiente, eu me tornasse numa dessas pessoas que dizem as coisas erradas. A astrologia é muito complexa. Lembro-me de ela dizer que eu tinha de estudar durante 12 anos antes de ler um mapa astral que fosse, caso contrário não seria boa.

E estudou durante 12 anos?
Eu amava a minha mãe e disse que sim, que estudaria os 12 anos. Ela respondeu: “Tens 14 anos, não sabes o que são 12 anos”. Respondi que vivia em casa [por causa da condição médica], não tinha para onde ir. Finalmente começou a ensinar-me porque eu não parava de pedir. [risos] Estudei os 12 anos. No início só podia ler os mapas astrais a membros da família, mas a minha mãe tinha de estar presente na sala. Agora entendo aquilo de que a minha mãe tinha medo… Há pessoas a ler os mapas que não deviam estar a fazê-lo: é muito cedo. Há tantos detalhes num mapa astral que temos de assimilar e compreender. Durante 20 anos não cobrei por um mapa astral. Fazia-os sempre de graça. É só agora que o meu tempo é tão limitado que cobro.

"Agora entendo aquilo de que a minha mãe tinha medo... Há pessoas a ler os mapas que não o deviam estar a fazê-lo: é muito cedo. Há tantos detalhes num mapa astral que temos de assimilar e compreender. Durante 20 anos não cobrei por um mapa astral. Fazia-os sempre de graça. É só agora que o meu tempo é tão limitado que cobro."

O que pensa sobre a forma como a astrologia está hoje presente na nossa vida? O que acha das aplicações de astrologia, como a Co-Star ou a The Patern?
A The Patern não é astrologia. Alguma vez menciona um planeta? Nunca… Jonathan Cainer, que morreu recentemente, era um astrólogo muito conhecido. Ele começou a fazer leituras filosóficas e acho que a The Patern está a seguir essa fórmula: falar de forma filosófica para meter as pessoas a pensar no dia a dia. Eu já vi a The Patern e não sei como é que eles estão a fazer dinheiro… Apaguei-a. Não é astrologia a sério, não sei o que é.

E a Co-Star?
É muito popular e pertence a duas raparigas da indústria da moda. Elas contaram à revista Nylon que só leram dois livros de astrologia e começaram com a aplicação… O que está a acontecer é que as pessoas querem aprender cirurgia cerebral [risos] e querem aprendê-la depressa… Há quem esteja a aprender demasiado depressa e, ao usar informação poderosa, está a fazer premissas erradas. As pessoas estão a vir ter comigo assustadas: “Ela disse aquilo ou a aplicação disse isto”. A astrologia é uma disciplina muito rica, há tantas camadas. É como ir a uma casa com muitos andares. Há vezes em que queremos desistir… há tantos detalhes, tanta matemática… Algumas pessoas novas são boas e algumas não são. Todas deviam ser certificadas. Eu sou acreditada pela Sociedade Internacional de Pesquisa Astrológica (ISAR).

Os millennials parecem estar a apegar-se à astrologia mesmo que não acreditem necessariamente nela…
Porque é que acha que eles não acreditam? A astrologia é demasiado precisa para ser ignorada. Penso que as pessoas sempre gostaram de astrologia, mas nunca falaram sobre isso porque não era aceite. A ideia de conhecer o futuro recua até ao tempo das cavernas. As pessoas sempre precisaram de saber. Antigamente só os reis e famílias muitas ricas conseguiam pagar estes serviços. Agora temos as redes sociais, podemos partilhar informação com muita facilidade. Tornou-se aceite, essa é a diferença. Quando eu estava a crescer não era aceite. Se se dissesse na altura que acreditava em astrologia, as pessoas riam-se. As pessoas gozam com o que não conhecem. Até hoje, em todas as categorias. Até jornalistas e cientistas gozam, mas nunca estudaram ou abriram um livro. Agora é aceite. A outra grande diferença — e ninguém me pergunta sobre isto — é que eu tenho 40% de homens a ler a minha coluna.

Ia perguntar-lhe precisamente sobre isso, sobre a percentagem de homens que a leem tendo em conta que estes públicos tendem a ser encarados como essencialmente femininos…
Isso é uma coisa millennial. Em 2008, 2009, 2010 e até 2011, estes miúdos estavam a sair da faculdade e não conseguiam arranjar emprego. A economia estava terrível. Homens jovens diziam-me: “O que estou a fazer não está a funcionar pelo que, se puder ajudar-me, vou ouvi-la…”. Os homens querem ter escolhas. A astrologia dá-nos escolhas. O que é ótimo. E é por isso que eles gostam.

"Penso que as pessoas sempre gostaram de astrologia, mas nunca falaram sobre isso porque não era aceite. A ideia de conhecer o futuro recua até ao tempo das cavernas. As pessoas sempre precisaram de saber. Antigamente só os reis e famílias muitas ricas conseguiam pagar estes serviços. Agora temos as redes sociais, podemos partilhar informação com muita facilidade. Tornou-se aceite, essa é a diferença."

Além de mais aceite, a internet veio tornar a astrologia mais acessível.
Sim, no passado tínhamos de ir a uma livraria e comprar um livro ou ir a uma papelaria e comprar uma revista. Isso implicava algum esforço. Além disso, os homens, sobretudo, não queriam ser vistos a comprar um livro ou uma revista naqueles dias, tinham alguma vergonha. Mas agora é privado. Podemos ir à internet e descobrir tudo o que quisermos. O problema é que temos de saber se a pessoa que estamos a ler/ouvir é ou não experiente. Podemos não saber ao início. Se passado algum tempo aquela pessoa nos fizer sentir bem — e se tiver razão –, então é para continuar a ler… Isso quer dizer que o estilo de comunicação dessa pessoa é bom para nós. Na astrologia todos têm o seu próprio estilo de comunicação. A astrologia é boa para ajudar a tomar decisões e a delinear planos porque ajuda-nos a pensar.

Até a imagem da astrologia mudou, está mais cool, mais moderna…
Sem dúvida. Antigamente eram unicórnios, era terrível. Ou as pessoas tinham sites cor de rosa ou roxos. Oh meu Deus… terrível. Agora está muito mais moderna. A sociedade, ao nível global, tem uma insistência tão grande nos factos científicos que foram longe demais ao não permitirem outras possibilidades e acho que estamos a viver uma reversão, estamos demasiado dependentes [dos factos científicos]. Deixe-me dar um exemplo: há uma carta muito famosa escrita para uma menina de 8 anos de nome Virginia O’Hanlon. Chama-se “Dear Virginia Letter” — se for ao Google, vai aparecer logo. É sobre uma menina que diz que os amigos não acreditam no Pai Natal e o pai diz-lhe para escrever uma carta ao editor do The Sun, que era o The New York Times da altura — o que o editor respondesse de volta seria verdade. Ela escreve e o editor responde-lhe com a carta mais poética… choro de cada vez que a leio. Foi escrita no virar do século [do XVIII para o XIX]… é tão poética. Ninguém receberia uma carta como esta hoje. Seria enciclopédica, com base em factos, esmagaria qualquer beleza ou imaginação.

Está a dizer que falta alguma magia no mundo?
Precisamos de imaginação e de beleza nas nossas vidas. E precisamos de uma forma para alimentar a criatividade. O que gosto mais na astrologia é o facto de ajudar as pessoas a encontrar o seu talento. Essa é a minha coisa favorita. Durante 16 anos fui uma agente para fotógrafos comerciais. Fiz sempre astrologia em paralelo, dava aos diretores de arte leituras grátis à hora do almoço. Sempre o fiz de graça e comecei a ficar boa porque estava a ler tantos mapas astrais. Pessoas criativas precisam de sair do caminho mais comum e entrar num mundo diferente para despertar ideias. A astrologia é perfeita para isso. Foi através do meu trabalho enquanto agente que tive a oportunidade de escrever uma coluna para a Time Incorporated. Eu não procurarei por isso, chegou-me numa bandeja de prata.

Está a falar do seu site, o Astrology Zone?
Sim. Antes do Astrology Zone eu escrevia para revistas de casamentos e não só. Fazia isso “on the side”, tinha dois trabalhos (tinha um marido que nunca trabalhou). Estava a escrever para as revistas e a Time Incorporated sabia disso. Ligaram-me e marcaram um encontro. Inicialmente eles queriam uma coluna diária para mulheres. Disse que não, que devia ser para homens e mulheres porque toda a gente gosta de saber o futuro. Tinha em mente um site em grande, com muitos artigos. Disseram-me que não tinham muito dinheiro para me dar. Disse que não me importava, mas que tinha de ser bem feito. Havia o espaço na internet. Disse que queria escrever mensalmente, disse que as pessoas iriam aceder ao site mais do que uma vez para confirmar as datas que menciono. Foi exatamente isso que aconteceu. O meu leitor vem, em média, 2.8 vezes ao site.

A minha mãe previu quando eu era pequena que ia escrever e eu não acreditei nela. Licenciei-me em gestão, tinha algum medo de editores. Tirei um curso de fim de semana sobre como “dirigir-me a editores”… Acredita que era mesmo esse o nome do curso? Enfim, disse-lhes [à Time Incorporated] que precisava de escrever muito. Todos os sites que existiam quando comecei já não existem, à exceção de alguns que foram vendidos a outras pessoas. Nenhum deles é gerido pelos fundadores. Já lá vão 24 anos, tenho o site desde 14 de dezembro de 1995. O Astrology Zone é 100% meu. Ao início a Time Warner pagava-me 1000 dólares por mês.

"No passado tínhamos de ir a uma livraria e comprar um livro ou ir a uma papelaria e comprar uma revista. Isso implicava algum esforço. Além disso, os homens, sobretudo, não queriam ser vistos a comprar um livro ou uma revista naqueles dias, tinham alguma vergonha. Mas agora é privado. Podemos ir à internet e descobrir tudo o que quisermos."

É verdade que lê mapas astrais para celebridades?
Não leio assim tanto. Há celebridades em Los Angeles. Eu vivo em Nova Iorque e nesta cidade não há assim tantas estrelas de cinema, é mais CEOs de grandes empresas e eu gosto de problemas de gestão. Gosto da pessoa normal, a que está a tentar que o filho vá para a faculdade, a que está a tentar fazer algo pelo qual é apaixonada… Isso inspira-me. Não tanto as estrelas de cinema, mas as pessoas comuns. Sim, conheço o Pharrell Williams muito bem. Também já conheci a Jennifer Aniston, a Cameron Diaz ou a Kirsten Dunst. Mas não quero que as pessoas pensem que [só] estou a ler para pessoas famosas. As perguntas que as pessoas me colocam são mesmo interessantes…

O que é que as pessoas mais querem saber?
As mulheres perguntam-me quando podem engravidar porque estão a chegar aos 37, 38, 39 anos e… esse é o problema, todas temos acesso à educação, mas esquecemo-nos de ter filhos e depois há dificuldades. É uma epidemia em todo o mundo e acho que os media fazem as mulheres crer que têm muito tempo quando não têm, pelo que estou a aconselhar jovens mulheres a congelar os óvulos para terem mais tempo. Tem-se tornado num grande problema… É a principal pergunta que me fazem. Mas as pessoas também me perguntam pela carreira, por dinheiro… Quando a economia melhora, as pessoas começam a perguntar por amor. Quando a economia piora, perguntam por dinheiro e trabalho. É tão engraçado. Ultimamente toda a gente pergunta sobre o amor, isso quer dizer que estão felizes com o seu trabalho. E não vejo uma recessão a chegar. Acho que vamos ter um ano muito próspero. Vejo um bom ano a chegar. Espero ter razão.

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