239kWh poupados com o Logótipo da MEO Energia Logótipo da MEO Energia
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica. Saiba mais

Logótipo da MEO Energia

Poupe na sua eletricidade com o MEO Energia. Simule aqui.

i

Nos países que fecharam as escolas decidiu-se começar por abrir as creches, o pré-escolar e o ensino primário

Octavio Passos/Observador

Nos países que fecharam as escolas decidiu-se começar por abrir as creches, o pré-escolar e o ensino primário

Octavio Passos/Observador

Desconfinar e abrir escolas. Como é que os outros países decidem? /premium

Em Portugal o mapa de avaliação de risco por concelho deixou de servir de base à decisão com o confinamento. Nos outros países foi mantido um semelhante, cujos critérios vão sendo ajustados.

    Índice

    Índice

Desde 15 de janeiro, quando Portugal entrou em novo confinamento, que a análise de risco por regiões, em vigor desde novembro, não serve de base às decisões do Governo. Até esse dia, as medidas para travar a propagação do novo coronavírus baseavam-se num mapa colorido que, consoante o número de infeções por 100 mil habitantes, determinava o grau de risco em que cada concelho se encontrava: moderado, elevado, muito elevado e extremamente elevado. Esse mapa continua a ser feito, mas não tem sido ele a balizar as medidas tomadas.

Disso mesmo deu conta a diretora da Escola Nacional de Saúde Pública, Carla Nunes, na última segunda-feira, durante a reunião do Infarmed, em que vários especialistas apresentaram várias análises ao Governo, mas que terminou sem se delinear quais são, afinal, as tão faladas linhas vermelhas que ditam se e quando podemos ou não desconfinar (só esta quinta-feira, Carlos Antunes, no Parlamento, apresentou uma escala por níveis, com a qual pretende ajudar o Governo a traçar o planeamento e antecipar novos problemas). Noutros países, contudo, essa análise por níveis mantém-se como base para tomar medidas, mesmo que os seus critérios possam ir sendo ajustados.

As linhas vermelhas para desconfinar (ou ter de confinar novamente) segundo os quatro especialistas ouvidos no Parlamento

Carla Nunes analisou como vários outros países enfrentam a pandemia e encontrou três abordagens diferentes. Umas que considera mais permissivas, outras mais restritivas (como a Austrália, que tem uma perspetiva de zero casos e que quando constata dois casos, confina logo a zona onde se registaram), e outras “mais centrais”. Acabou por focar-se em dez destas (Alemanha, Áustria, Canadá (Ontário), Espanha, França, Finlândia, Holanda, Irlanda, Itália, Reino Unido) — analisando todos os critérios que usaram para decidir fechar mais ou menos o país, por setor de atividade. E concluiu que estes países não se focam apenas em indicadores epidemiológicos, como a taxa de incidência (número de casos), a percentagem da positividade (testes positivos), o Rt (taxa de transmissão), os surtos e as transmissões comunitárias. Contemplam também fatores como a capacidade da Saúde Pública (avaliando a vigilância e o rasteio de casos positivos) ou a capacidade hospitalar (número de internamentos em enfermarias em Unidades de Cuidados Intensivos).

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Nalguns casos estes países analisam, mesmo, estes fatores de uma forma quantitativa, noutros mais qualitativa, segundo explicou, mas através deles definem matrizes de risco que variam entre os três e cinco níveis e que se podem aplicar a nível regional ou nacional. Alguns países vão revendo estas matrizes periodicamente, outros mantêm-nas, e há também aqueles que quando percebem que há já várias regiões em risco extremo, decidem tomar decisões a nível nacional. Algo não muito diferente da tabela que acabaria por propor depois Carlos Antunes aos deputados esta quinta-feira.

Para Tiago Correia, professor e investigador no Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa, Portugal tem, porém, de encontrar os seus próprios indicadores. “Temos que chegar a essas decisões, é preciso clarificar esses indicadores”, defende, explicando que não basta olhar para o número de internamentos e para o número de casos, como tem sido divulgado. “Não há indicadores mágicos, nem números mágicos, cada país tem que chegar à conclusão de quais são as suas linhas vermelhas de acordo com a sua realidade social, geografia”, disse a Observador, lembrando que há países que incluem, por exemplo, o impactos na saúde mental, ou mesmo na aprendizagem, ou na alimentação das crianças — o que em Portugal nem sequer é possível aferir.

Na última reunião com os especialistas, a ministra da Saúde Marta Temido disse que não se detalharam matrizes, só se deram ideias genéricas

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

No parlamento, os especialistas (além de Carlos Antunes, foram ouvidos também João Seixas, Henrique Oliveira e Jorge Buescu) defenderam que o desconfinamento só devia arrancar quando o país estivesse durante cinco a sete dias com menos de 1.500 novos casos de infeção pelo coronavírus, um número de reprodução (R) inferior a 1, uma taxa de positividade (percentagem de testes que dão positivo) abaixo dos 3,5% e as camas ocupadas por doentes Covid-19 nas Unidades de Cuidados Intensivos a baterem nas 145.

O Observador juntou alguns dos países escolhidos por Carla Nunes, na sua apresentação mais detalhada, e somou outros para perceber como cada um deles reagiu e que indicadores teve em conta para desconfinar e, sobretudo, para abrir as escolas — que é aliás por onde o Governo português diz que irá começar, só não decidiu ainda quando, e que tem gerado uma grande divisão de posições.

Devemos (e podemos) reabrir as escolas já em março?

Alemanha

Indicadores: Taxa de incidência a sete dias de 35 por 100 mil habitantes; internamentos em enfermarias ou Unidades de Cuidados Intensivos

Na Alemanha, o segundo confinamento foi imposto em novembro com as escolas a permanecerem abertas sob o mesmo argumento usado em Portugal: a educação é essencial. Só que o número de casos de infeção pelo novo coronavírus continuou a subir e, a 15 de dezembro, o Governo decidiu encerrá-las. A 11 de janeiro foi definido que cada Estado podia decidir se reabria as suas escolas, mas com uma condição: teria de ter apenas uma taxa de 50 novos casos de infeção por cada 100 mil habitantes em sete dias (taxa esta que entretanto passou para 35 por cada 100 mil habitantes).

A par das escolas, foi encerrado o comércio não essencial, os espaços de lazer e de cultura, com os restaurantes a funcionar apenas em regime de take away e o teletrabalho a ser fomentado. Foi também imposta uma outra regra: em regiões com alta incidência de casos (mais de 20 novos casos por 100 mil habitantes nos últimos sete dias), os seus moradores não podem afastar-se de casa mais de 15 quilómetros, a menos que tenham um motivo considerado válido. É também obrigatório o uso de máscaras FFP2 nas lojas que permanecem abertas e nos transportes públicos.

Na Alemanha já foram abertas as escolas de ensino básico em 12 dos 16 estados

LUDOVIC MARIN / POOL/EPA

Na última segunda-feira, dia 22 de fevereiro, creches, jardins de infância e ensino primário em dez estados alemães reabriram as portas, depois de dois meses encerrados. Antes já os estados da Saxónia e Baixa Saxónia o tinham feito. Neste momento, estes níveis de ensino já estão, então, reabertos em 12 dos 16 estados alemães. Mas em condições distintas; nalgumas escolas os alunos intercalam os dias na sala de aula, com o ensino online em casa, noutras as turmas foram dívidas em grupos mais pequenos e foram proibidos contactos entre diferentes grupos — à semelhança do que aconteceu em Portugal durante o primeiro período.

Esta reabertura das escolas, segundo o site da rádio Deustche Welle, deveu-se a uma descida do número de casos de infeção no país, embora no dia em que as escolas reabriram naqueles dez estados estes números tenham subido: com a taxa de incidência a atingir os 61 casos por 100 mil habitantes, os 60,2 no domingo e os 57,7 casos, nos últimos sete dias, no sábado. Também no domingo que antecedeu a abertura das escolas nesta dezena de estados, o R atingiu o 1,07 (sendo o mais alto em semanas).

A ministra dos Assuntos da Família, Fraziska Giffey, já veio defender que todos os professores, educadores e funcionários destas escolas passem para a lista prioritária das vacinas, o que será discutido na próxima semana. “Se um grande número de professores e funcionários de creches fossem protegidos pela vacina, isto ajudá-los-ia a ensinar os alunos nas escolas ou a cuidar das crianças nas creches”, disse a governante.

O confinamento na generalidade dos estados alemães era suposto ter terminado a 14 de fevereiro, mas o Governo acabou por alargá-lo até 7 de março. Os cabeleireiros deverão abrir uma semana antes.

Carla Nunes analisou como vários outros países enfrentam a pandemia e encontrou três abordagens diferentes: umas que considera mais permissivas, outras mais restritivas e outras "mais centrais".

A abertura das escolas também não foi uma decisão unânime: por um lado, o representante dos médicos intensivistas alertava para o facto de a abertura das escolas fazer disparar o número de casos, porque as crianças levam os vírus para casa. Por outro lado, investigadores deram conta de um estudo que mostrava que uma em cada três crianças alemãs sofrer de doença mental durante a pandemia, como noticiou também o DW a 10 de fevereiro.

Reino Unido

Critérios: evolução da vacinação, verificação da descida das hospitalizações, redução da taxa de infeções e a ausência de ameaça por parte de novas variantes do vírus

Desde o início de janeiro que as escolas no Reino Unido permanecem fechadas e só voltam a abrir portas a 8 de março, de acordo com o plano delineado pelo Governo de Boris Johnson para reabrir o país, pormenorizado pelo The Guardian.

A reabertura das escolas é a primeira etapa deste plano, a que se soma a possibilidade de duas pessoas de agregados familiares diferentes poderem encontrar-se para um café ao ar livre. Passam também a ser possíveis nesta data as visitas a lares de idosos, embora com algumas restrições.

No Reino Unido, as creches e o ensino primário reabrem dia 8 e existe um plano com datas bem definidas para a reabertura gradual. Em Portugal esse plano ainda não está feito.

A partir de 29 de março, quando começa o período de férias escolares da Páscoa no país, mais restrições serão levantadas e atividades permitidas: desporto ao ar livre, como ténis ou basquetebol, competições infantis e reuniões com seis pessoas ou entre dois agregados familiares, embora ao ar livre. Só em abril abrem os estabelecimentos comerciais considerados não essenciais e em maio terão lugar os primeiros eventos desportivos ou culturais.

A 17 de maio o Reino Unido pretende ter abertos praticamente todos os setores económicos para que os ingleses possam mesmo fazer férias no seu país. Este plano será revisto a 12 de abril, podendo sofrer alterações. Para este plano muito contribuiu o avanço da vacinação no país, onde já foram administradas mais de 18 milhões de vacinas contra a Covid-19. No entanto, serão sempre tidas em conta as taxas de infeção, os internamentos e a ameaça de possíveis novas variantes do novo coronavírus.

Irlanda

Critérios: Indicadores epidemiológicos (taxa de incidência, percentagem de positividade, Rt, surtos e transmissão comunitária), capacidade da Saúde Pública (vigilância e rastreio) e capacidade hospitalar

A Irlanda tem cinco níveis de risco, embora não defina claramente os valores que levam a passar de um para o outro. A análise é feita, segundo Carla Nunes, pela combinação dos indicadores epidemiológicos e a resposta dos serviços. São também consideradas as recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde) e do ECDC (Centro Europeu de Controlo de Doenças).

Assim, nos planos definidos pela Irlanda, todas as escolas devem ser mantidas abertas, e só quando se chega ao nível 3 de risco é que o ensino secundário e universitário passa a ser online. Quando atingido o nível mais grave, o 5, poderá haver recomendações para restrições noutros níveis de ensino.

Espanha

Os critérios dividem-se em dois blocos: um com os indicadores de transmissão e outro com com a capacidade de assistência. Com estes fatores estabelece-se se o grau de risco. Mas para desconfinar não basta que sejam mais baixos, tem que se ter em conta a tendência, a positividade de casos suspeitos, a capacidade para estabelecer planos de contingência, assim como a demografia e a mobilidade no territórios em questão

Cercas sanitários, recolhimento obrigatório, estabelecimentos considerados não essenciais e ginásios e espaços culturais encerrados. Em Espanha começou por apostar-se noutras medidas que não o encerramento das escolas. No entanto, após a época do Natal e o aumento de casos, em muitas regiões espanholas as escolas acabaram por reabrir mais tarde depois do Ano Novo. E, em casos limite, voltaram a fechar. Estas decisões foram, e são, tomadas a nível regional e seguem uma classificação por níveis. Para tal são usados critérios fixados em dois blocos distintos:

  1. indicadores de transmissão (onde se inclui a incidência acumulada — tanto a 14 como a 7 dias — a capacidade de assistência, sobretudo a maiores de 65 anos, o número de testes PCR positivos e a transmissibilidade do vírus
  2. capacidade de assistência (proporção de camas hospitalares ocupadas por pacientes com Covid-19 e os que deram entrada nas UCI).

Para cada um destes indicadores são estabelecidos valores limite e é a partir destes que se estabelece se o risco é baixo, médio, alto e muito alto. A partir destes dados existem níveis de alerta, com pelo menos um parâmetro de cada um destes blocos:

  1. Nível de alerta 1 – quando há pelo menos dois indicadores do bloco 1 e um do bloco 2 no nível baixo
  2. Nível de alerta 2 – quando há pelo menos dois indicadores do bloco 1 e um do do bloco 2 no nível médio
  3. Nível de alerta 3 – quando há pelo menos dois indicadores do bloco 1 e um do bloco 2 em nível alto
  4. Nível de alerta 4 – Quando há pelo menos dois indicadores do bloco 1 e outro do bloco 2 em nível muito alto.

A análise por região não se prende apenas nestes indicadores, podendo ser também analisada a tendência, a positividade de casos suspeitos, a capacidade para estabelecer planos de contingência, assim como a própria demografia e a mobilidade no território em questão. A vacinação também tem sido equacionada, como se lê no plano traçado pelas autoridades espanholas, conta a RTVE.

Muitos países definem que apenas os alunos mais velhos devem ter ensino online quando a situação pandémica estiver mais grave

TIAGO PETINGA/LUSA

Itália

Critérios: índice de transmissibilidade R(t) e taxa de incidência (50 por 100 mil)

Desde novembro que, além de um recolher obrigatório para todo o país, entre as 22h00 e as 5h00, vigora em Itália o chamado sistema de semáforos que prevê a divisão das regiões italianas consoante o índice de transmissibilidade do novo coronavírus: o nível amarelo permite ter abertos bares, cafetarias e restaurantes durante o dia, o sinal vermelho implica o encerramento total e há um nível intermédio de cor laranja. Em janeiro foi criado o conceito de uma zona branca, sem restrições, para dar mais esperança para um desconfinamento futuro (mas ainda não há nenhuma aplicada , porque implica um Rt abaixo do 1 e 50 casos por 100 mil habitantes na ultima semana), como escreve o Romeing.

O chamado sistema de semáforos tem criado várias disparidades entre as regiões, sobretudo no que toca às escolas. Também em Itália há escola abertas, outras semi-abertas, com apenas alguns ciclos a funcionar presencialmente, e outras completamente encerradas com os alunos ensino à distância. A decisão é tomada de acordo com os valores da região. Nas zonas vermelhas as universidades estão encerradas, nas outras zonas podem ter regras de lotação. Jardins de infância, escolas primárias e secundárias, porém, mantêm as aulas presenciais.

A última avaliação de risco foi feita há cerca de uma semana, com a reavaliação das zonas, mas há quem defenda um confinamento geral enquanto durar o plano de vacinação e foram aplicadas restrições às movimentações entre regiões nesta fase, como explica o The Local.

Especialistas deixam Costa sem critérios para desconfinar

Dinamarca

Critérios: o Rt, que com a variante britânica no país subiu de 0,9 para 1,2, o que significa que uma pessoa pode infetar outras 12

A Dinamarca reabriu as escolas primárias a 8 de fevereiro, depois de o ministro da Saúde, Magnus Heunicke, ter anunciado que se cumprira o objetivo do confinamento de reduzir o número e infeções e dar espaço aos hospitais. Esta abertura foi muito cautelosa, uma vez que os casos de infeção com a variante britânica estão a aumentar no país — que tem toda a atenção focada na transmissibilidade do vírus para tomar medidas imediatas se tal for necessário.

Todos os outros alunos estão em casa desde o dia 12 de dezembro — ainda antes do Natal e da passagem de Ano, quando foi decretado este novo confinamento. Permanecem em aulas à distância, pelo menos até dia 28 de fevereiro. Recentemente o Governo fez saber que precisará que sejam feitos mais testes duas vezes por semana a cada vez mais dinamarqueses para poder reabrir o país.

Em Itália as decisões são tomadas regionalmente e houve muitas discrepâncias entre alunos com aulas em casa e alunos que iam à escola

MATTEO BAZZI/EPA

Canadá

 Critérios: Indicadores epidemiológicos (taxa de incidência, percentagem de positividade, Rt, surtos e transmissão comunitária), capacidade da Saúde Pública (vigilância e rastreio) e capacidade hospitalar

No Canadá, a avaliação global do risco por parte do Governo é feita de acordo com cinco níveis diferentes, calculados de acordo com vários indicadores epidemiológicos (numa análise quantitativa) e com a capacidade da saúde pública e dos hospitais (uma análise mais qualitativa). Assim, numa situação ideal, a taxa de incidência dos últimos 14 dias deve ser de 11 por cada 100 mil habitantes, e assim que esta aumenta para 25 começam a tomar-se medidas restritivas, como o número de pessoas em ajuntamentos, as condições da restauração, o funcionamento das escolas e o teletrabalho.

No nível de risco mais grave definido pelo Canadá, só as escolas secundárias e as universidades fecham portas e ficam em ensino online. Os restantes graus de ensino mantêm-se abertos.

Em todos os cinco níveis as escolas mantêm-se abertas, exceto no nível mais severo, aquele que significa confinar. Neste caso são os alunos do secundário que vão para ensino à distância, enquanto o restante ensino se mantém presencial.

Estudo conclui que impacto é mais controlável se começarmos pelos alunos mas novos

França optou por não encerrar as escolas, apostando noutras restrições durante esta onda de infeções, embora esta semana tenha começado a anunciar confinamentos mais apertados em determinadas regiões. Ainda assim, a forma como reabriu as escolas após o encerramento durante a primeira onda foi alvo de reflexão e estudo. Recentemente a Nature publicou um artigo sobre a estratégia de abertura de escolas neste país, durante a primeira onda, focando-se na reabertura das escolas na região da Île de France.

Após explorar vários cenários de reabertura parcial, progressiva ou completa das escolas, e dada a incerteza sobre o novo coronavírus nas crianças, concluiu-se que  a reabertura de escolas após um confinamento pode aumentar os casos de Covid, mas é possível manter a pandemia controlada caso se dê prioridade às escolas pré-primárias e primárias.

a frequência integral nas escolas médias e secundárias não é recomendada quando atividade epidémica é estável ou crescente. “Testes e rastreamentos em grande escala são necessários para manter a epidemia sob controlo”, lê-se.

Recomendamos

A página está a demorar muito tempo.