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Domus Vida: um antivírus de prudência e rigor

Nesta pandemia que ninguém esperava, as Residências Assistidas Domus Vida têm assegurado o bem-estar dos seus residentes com cuidados redobrados e um Plano de Contingência revisto regularmente

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A equação é simples: ter ao seu cuidado dezenas de pessoas com idade avançada, ou fragilidades de saúde, requer um elevado conhecimento científico e uma grande dose de sensibilidade humana. Nas Residências Assistidas Domus Vida, cuja prioridade é o bem-estar de cada residente, ciência, conhecimento e humanidade aliam-se no zelo pelo conforto, a todos os níveis.

Com duas Residências Assistidas — destinadas a pessoas com dependências – e um Condomínio para quem não tem limitações de saúde e quer viver num apartamento onde, além de serviços, há sempre quem resolva as questões do dia a dia, a organização oferece soluções para diversas necessidades, tanto em relação ao tempo de estadia como aos serviços e cuidados de saúde prestados. Não é por acaso que, cada vez mais, estes lugares calmos, bem equipados e com equipas dedicadas, são uma escolha de eleição tanto para viver como para passar temporadas de recuperação, convalescença ou férias.

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De repente, um vírus perigoso

Face à atual pandemia — inesperada, ameaçadora e confusa — a responsabilidade mostrou-se acrescida. Havia que proteger os residentes e confortar os seus familiares. A primeira atitude dos responsáveis foi estudar a pandemia, no que era possível saber face ao que era conhecido, para melhor controlar, tratar e, sobretudo, prevenir. A diretora da Domus Vida Lisboa, Maria de Jesus Costa, lembra que “havia muita informação e era necessário filtrar o que era credível, o que tinha sustentação científica e o que não passava de rumor.” Às conclusões sobre o novo vírus, juntaram-se as recomendações da Direção Geral de Saúde (DGS) e foi criado um Plano de Contingência rigoroso em relação às medidas a tomar, prudente no que concerne as equipas e, ao mesmo tempo, muito humano para que os residentes se sentissem seguros e se mantivessem tranquilos.

Foi criado um Plano de Contingência rigoroso em relação às medidas a tomar, prudente no que concerne às equipas e muito humano para que os residentes se sentissem seguros 

A realização periódica de testes de despiste à Covid-19 de forma preventiva, muitas vezes por iniciativa própria, mas sempre em articulação com as autoridades de saúde, têm sido, por outro lado, um pilar da linha de atuação das Residências Domus Vida.

Acima de tudo, o bem-estar dos residentes

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O bem-estar dos residentes foi, e será sempre, o maior compromisso das Residências Domus Vida e a situação de pandemia mundial que vivemos, trouxe uma responsabilidade acrescida e um reforço da qualidade da oferta de serviços.

Em qualquer situação, as atividades da José de Mello Residências e Serviços centram-se no desenvolvimento de soluções residenciais e domiciliárias inovadoras e de qualidade para o mercado senior, oferecendo estadias permanentes ou temporárias, programas de recuperação ortopédicos, neurológicos e de assistência a doentes oncológicos e crónicos. Personalizados e adaptados a cada situação de necessidade, estes programas visam melhorar a capacidade funcional e a estimular a autonomia, a saúde e o bem-estar de todos os residentes. Assim, promove-se a autonomia, a dignidade e a qualidade de vida de cada pessoa que escolhe estas residências para serem a sua casa.

A oferta Domus Vida compreende duas unidades residenciais assistidas localizadas no Estoril e em Lisboa (Junqueira), onde também se localiza um condomínio residencial.

As Residências Assistidas Domus Vida contam com infraestruturas adequadas às necessidades dos residentes, espaços onde o conforto e a privacidade de uma habitação se aliam à comodidade de um conjunto de atividades lúdicas e serviços e apoio assistencial 24 horas por dia.

O Condomínio Residencial Domus Vida (Lisboa) é a solução ideal para pessoas independentes que procuram uma casa na qual não tenham que se preocupar com a gestão da vida diária. São apartamentos T1 e T2, complementados com todos os serviços que lhes conferem segurança, comodidade e bem-estar.

Saiba mais em http://www.jmellors.pt/

Segurança e conforto psicológico

Entre as medidas adotadas para proteger os residentes, a proibição de visitas mereceu especial atenção. O isolamento físico era fundamental, mas o contacto com os familiares era igualmente necessário. “Passámos de ter a ‘porta sempre aberta’ para grandes condicionamentos de entrada” conta Luísa Loureiro, diretora da Domus Estoril. Mas sendo o bem-estar dos residentes, em todo o tempo, a prioridade absoluta nas residências Domus Vida, o seu conforto psicológico também fez parte do Plano de Contingência.

As equipas foram reforçadas, o que permitiu redobrar o apoio nas atividades do dia a dia e oferecer um acompanhamento ainda mais próximo. Para se ter uma ideia, só para a realização de videochamadas foram destacadas, em exclusivo, três pessoas. A par disso, muitas vezes, tanto enfermeiras como auxiliares ou terapeutas, faziam pequenos vídeos que enviavam dos próprios telefones para as famílias que, assim, constatavam a serenidade e o bem-estar dos seus pais, mães ou avós. E, apesar do confinamento e da eventual ameaça do novo coronavírus, a serenidade dos residentes notou-se. A diretora da Domus Vida Lisboa diz mesmo que alguns “mostraram uma compreensão e uma coragem magníficas. Ouvi muitas vezes dizerem ao telefone aos filhos: estou bem, dão-me mimo, não me falta nada. Não saias de casa. Não preciso de visitas, preciso de ti aí…”

“Ouvi muitas vezes dizerem ao telefone aos filhos: estou bem, dão-me mimo, não me falta nada. Não saias de casa. Não preciso de visitas, preciso de ti aí…”
Maria de Jesus Costa, Diretora Domus Vida Lisboa

Na primeira pessoa

Residente na Domus Vida Estoril, António Noronha revela que, no início, não sentiu especial preocupação em relação ao novo coronavírus, mas apercebeu-se da seriedade da questão quando a Organização Mundial de Saúde declarou a pandemia. Aos poucos, foi percebendo que estava seguro e elogia as medidas tomadas, inclusivamente a exclusão de visitas. Compreende que os contactos com o exterior são inevitáveis, até porque os funcionários entram e saem todos os dias, mas destaca que, na Domus Vida, a doença não se tem feito sentir a não ser “um caso ou outro, não mais”. Hoje já recebe visitas, mas ainda sem contacto físico: “eu no meu quarto e eles em baixo, no exterior [jardim]”. A atual situação não permitiu que fosse ao encontro anual da família, mas sonha com o próximo e mantém-se confiante nas resoluções que a residência adota.

A mesma confiança é manifestada por Maria da Conceição Escobar, casada com um residente da Domus Vida Estoril. Preocupada em não deixar de acompanhar e amparar o marido, resolveu fazer o seu próprio confinamento, na mesma Domus Vida. Residiu ali durante um mês, cumpriu todas as restrições e medidas de isolamento e sentiu-se sempre segura com “o rigor e o profissionalismo esclarecido com que a residência ia sendo gerida.” Na sua opinião, a transformação das rotinas foi conduzida sabiamente, o que não prejudicou o equilíbrio dos residentes. Daquele período, recorda com emoção a visita “extra-muros” dos filhos e netos no Dia da Mãe. “Jamais esquecerei a sensação reconfortante de poder abraçar e acarinhar, mesmo ao longe e através do olhar”.

E do outro lado da linha?

Para os familiares que não estiveram tão perto dos “seus” residentes, como a Maria da Conceição pode estar do seu marido, a segurança veio mais gradualmente. “Quando foi declarado o estado de emergência, fiquei apreensiva pelo meu pai de 86 anos”, diz-nos Maria João Santos. Mas tranquilizou-se com as medidas, que classifica como “sérias e rigorosas” e mostra-se confortada pela comunicação estabelecida pela Domus Vida Lisboa: “a cada semana recebia informações sobre o estado de saúde dos residentes”. Já Emanuela Miranda, cujo pai, com 95 anos, vive na Domus Vida Estoril, teve, inicialmente, receio da contaminação pelos funcionários, mas, com o passar do tempo e sem verificar ocorrências, passou a sentir-se confiante. Elogia a residência por ter facilitado a realização de videochamadas e acredita que brevemente poderão estar “frente a frente, sem écrans ou vidros de separação”.

Cuidado e bom humor

Representante legal de uma residente com 100 anos, Margarida Gomes conta que no início teve muito receio e muitas dúvidas, sobretudo pela contradição do que ouvia na comunicação social. Optou por “perceber e avaliar o que estava a ser feito em matéria de segurança dos residentes na Domus [Lisboa]. Até agora, parece que valeu a pena confiar”. As medidas tomadas pareceram-lhe extravagantes no início, talvez porque, como revela a diretora da Domus Vida Lisboa, houve medidas adotadas antes de serem recomendadas pela DGS, como as restrições às visitas e a obrigatoriedade de usar equipamento de proteção para quem cuidava dos residentes. “Percebi, perante os resultados, que ainda bem que a residência se antecipara na tomada de medidas”, diz Margarida Gomes, que também elogia a constância da informação por parte da residência e o seu zelo em manter todas as sessões de estimulação, que passaram a ser individuais. Destaca ainda a importância das videochamadas, que permitiram acompanhar a residente e, a confirmar esta satisfação, conta-nos que numa dessas ocasiões, no mês dos Santos Populares, a sua representada lhe disse, bem disposta e do alto dos seus 100 anos de vida, que “está tudo bem, só fazem falta as sardinhas e a sangria…”

Houve medidas adotadas antes de serem recomendadas pela DGS, como as restrições às visitas e a obrigatoriedade de usar equipamento de proteção para quem cuidava dos residentes

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