Roman Bürki

Suíço, 26 anos. É talvez o elo mais fraco do onze de Tuchel. Cumpre entre postes, mas o futebol de posse do Dortmund (que obriga o guarda-redes a ser mais interventivo com os pés) deixa a olho nu as lacunas de Bürki.

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Marc Bartra

Espanhol, 26 anos, foi o único ferido do atentado e não vai jogar. No Barcelona vivia na sombra de Piqué e Mascherano. Resolveu deixar a Catalunha. Com a saída de Hummels de Dortmund, assumiu-se como o “centralão” da defesa alemã. É presença habitual na seleção de Espanha. É veloz e os pés não o atrapalham nada.

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Sokratis Papastathopoulos

Grego, 28 anos. É a antítese de Bartra. Mas os dois complementam-se e fazem da defesa do Dortmund uma das que menos golos sofre na Alemanha. Se o espanhol é melhor na antecipação e a construir jogo desde trás, Sokratis é especialista no jogo aéreo. Nem é um matulão, mas compensa isso com impulsão.

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Matthias Ginter

Alemão, 23 anos. Por vezes, Tuchel opta por jogar com três centrais. Dos três, Ginter até é aquele que revela maior potencial (não é por acaso que já é internacional alemão) e tem em si o melhor de Bartra e Sokratis. No futuro será ele o “patrão” do Dortmund e da “Mannschaft”.

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Lukasz Piszczek

Polaco, 31 anos. Foi durante anos um dos melhores (pela competência a defender e pela acutilância com que ataca) laterais da Europa. A idade e as lesões fizeram-no perder algum do estatuto. Mas a experiência ainda é um posto. Quando não joga o polaco à direita, joga o adaptado Ginter.

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Marcel Schmelzer

Alemão, 29 anos. Com a chegada de Raphaël Guerreiro dir-se-ia que Schmelzer ia perder o lugar à esquerda. O português é superior na hora de atacar. Mas como o que primeiro se pede a um lateral é que defenda bem, o alemão não só não perdeu o lugar, como obrigou Tuchel a adiantar Guerreiro.

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Raphaël Guerreiro

Português, 23 anos. Assinou pelo Dortmund antes até do Europeu. Quando por fim chegou à Alemanha, chegou com um estatuto diferente: o de campeão. Um lugar no onze tinha que ser dele de caras, seja a lateral ou médio interior. O luso-francês é daqueles que não sabe jogar mal.

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Sven Bender

Alemão, 27 anos. Útil: é sobretudo esse o melhor adjectivo para Bender, que tanto é trinco como central, mas nunca se faz rogado a dar um pulinho à frente. Quem o vê jogar (e vê há muito) pensa que é um trintão, tal a maturidade. Mas ainda só tem 27 anos e muito para dar.

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Julian Weigl

Alemão, 21 anos. Bender tem jogado menos esta temporada do que em anteriores. A culpa é de Weigl. O trinco alemão chegou ao Dortmund (vindo da Baviera e do TSV 1860 München) com somente 19 anos e pegou de estaca no meio-campo. Mas é mais do que um trinco: é um todo-o-terreno. E com faro pelo golo.

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Gonzalo Castro

Alemão, 29 anos. Castro não é, talvez por ter ascendência espanhola, o protótipo do médio alemão: é meia-leca e nada espadaúdo. Mas faz todas as posições do meio-campo e até a lateral já o vimos. Onde quer quer jogue, joga sempre em alta-rotação. Este é daqueles que os treinadores não dispensam em campo.

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Shinji Kagawa

Japonês, 28 anos. Depois de uma experiência (pouco conseguida) no Manchester United, voltou a uma casa onde já foi feliz: o Dortmund. Lá qualidade técnica ele tem de sobra, o problema é que perdeu muita da velocidade e imprevisibilidade no drible que o definiam. Com isso, a titularidade deixou de ser certa.

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Mario Götze

Alemão, 24 anos. É provavelmente o jogador alemão mais talentoso da última década. Surgiu cedo no Dortmund e cedo Guardiola o contratou para o Bayern. Não foi feliz com Pep e regressou a “casa”. Mas o metabolismo tramou-o (causa-lhe fadiga e, com isso, lesões sucessivas) e está afastado por tempo indeterminado.

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Ousmane Dembélé

Francês, 19 anos. Pé esquerdo? Check. Pé direito? Check. Drible? Check. Velocidade? Check. Finalização? Check. E o francês ainda é “teenager”. Seja à direita ou à esquerda, no ataque do Dortmund cabe sempre Dembélé. Mas ficará lá por pouco tempo: os “tubarões” europeus estão de olho nele.

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Christian Pulisic

Americano, 18 anos. O apelido Pulisic ainda soará estranho aos mais desatentos. Mas este norte-americano de origem croata é, apesar da tenra idade, um dos insubstituíveis de Tuchel. Mais do que a técnica, mais do que o físico, o que sobressai em Christian é a inteligência com que joga. Vai ser um caso sério.

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Marco Reus

Alemão, 27 anos. Depois de Götze, Reus é outro dos alemães mais talentosos da década. Mais do que os defesas, as lesões são o seu maior oponente. E estas não o têm deixado em paz nos últimos anos. Quando está a 100% é um quebra-cabeças. E faro pelo golo é coisa que não lhe falta. Sobretudo de meia distância.

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Emre Mor

Turco, 19 anos. Foi titular pela Turquia no Europeu com apenas 18 anos. E não dizia uma palavra de turco. É que Mor é nado e criado na Dinamarca. Diz-se dele que é uma cópia de Messi. Não será. Mas lá baixinho, prega-cuecas, veloz e com íman nas botas, lá isso Mor é. O futuro do Dortmund está assegurado.

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André Schürrle

Alemão, 26 anos. Schürrle é extremo, à direita ou à esquerda, é ponta-de-lança, é segundo avançado, é posição dez. Schürrle é sobretudo o melhor suplente que um treinador pode desejar: aceita a sua “condição”, é dedicado na hora ser chamado a jogo e tem qualidade de sobra para fazer a diferença nesse momento.

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Pierre-Emerick Aubameyang

Gabonês, 27 anos. Quatro épocas. 179 jogos. 112 golos. E a presente época ainda está longe de ter terminado para Aubameyang. Depois de Ronaldo, Messi ou Suaréz, é provavelmente o avançado mais temido pelos guarda-redes europeus. Curiosamente, diz-se dele que poderá estar a caminho de Madrid ou Barcelona.

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Thomas Tuchel

Alemão, 43 anos. Substituir Jürgen Klopp em Dortmund seria sempre uma tarefa hercúlea. Mas se é verdade que Tuchel não conseguiu os “canecos” que o agora treinador do Liverpool conseguiu, não é menos verdade que o futebol no Westfalenstadion continua a ser entusiasmante. E vertiginoso na hora de atacar.

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