É uma das figuras fundamentais do panorama económico e empresarial do Portugal do século XX, com inevitáveis repercussões para o século XXI. Mas a vida de António Champalimaud foi feita também de outras dimensões, dos momentos em que a política foi decisiva aos episódios pessoais que valem histórias em nome individual. 

Os vários ingredientes estão incluídos em “António Champalimaud: Um Olhar”, livro assinado por Jaime Nogueira Pinto (com a colaboração de Inês Pinto Basto e Maria Luísa Esteves da Fonseca), publicado pela Dom Quixote, que está à venda a 3 de novembro. Escreve o autor: “Para escrever este livro, recorri à minha relação de muitos anos com António Champalimaud e aos testemunhos e registos fotográficos de familiares seus e colaboradores próximos. A Fundação Champalimaud deu-me livre acesso ao seu arquivo de imagens”.

O Observador faz a pre-publicação do livro, com excertos referentes a momentos distintos da vida de António Champalimaud: as origens familiares, o exílio em tempos de revolução, o recomeço no Brasil e os números que em 2004, quando morreu aos 86 anos, faziam do empresário e banqueiro o homem mais rico de Portugal.

A capa de “António Champalimaud: um olhar”, de Jaime Nogueira Pinto (Dom Quixote)

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