Uns andam de barco ou bóias, outros fazem mergulhos contidos. Há depois outros que arriscam tudo para um mergulho espetacular.

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Uns utilizam cordas para ganharem balanço, outros sobem às árvores para caírem (alguns de chapa) na água.

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Para onde quer que se olhe há sempre alguém a folhear um livro. Bons hábitos.

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O rio que banha Paredes de Coura está repleto de bóias e barcos.

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“E mais uma. Vá, só mais esta vez” e assim se passa um dia.

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Não há idade mínima para entrar neste festival a 20 km de Espanha, mas também não há máxima.

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Muitos admitem vir ao Paredes de Coura, não pelos concertos mas pelo ambiente que aqui se vive.

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Até o Sol se pôr não há quem tire ninguém deste rio.

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Mais uma voltinha, mais um mergulho. Temos artista.

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Muitos casais vêem nesta semana uma temporada diferente de férias.

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Barco amarrado. Assim termina mais uma tarde.

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São muitas as camas de rede presas nas árvores à beira do rio Coura.

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“Hora de ir fazer o jantar, os concertos estão quase a começar.”

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