7

Ederson

A lesão de Júlio César surge em março e só aí apareceu Ederson. É mais ágil que o compatriota e corajoso a sair às pernas de adversários. Nunca tremeu e tem um pé esquerdo com a força que muitos jogadores de campo gostariam de ter. Verdade seja escrita: não teve muito trabalho, por isso não leva melhor nota.

Jean Catuffe/Getty Images

7

André Almeida

Em quatro épocas, André Almeida sempre foi uma espécie de patinho feio do Benfica. Agora, já não. Nélson Semedo ainda o ameaçou até se lesionar, mas o lateral foi quase sempre seguro e certinho a defender e, a atacar, melhorou muito. Deixou de tentar embelezar as coisas como outros e até fez três assistências.

Alexander Hassenstein/Bongarts/Getty Images

8-

Jardel

Em novembro a equipa precisou de um novo patrão. O Benfica perdeu Luisão e teve que ganhar alguém. Foi Jardel, o central que deixou de estar na sombra e passou a brilhar. Foi ele que organizou a linha de trás, foi duro quando era preciso e só na derrota contra o FC Porto se viu o brasileiro a falhar. Foi um líder.

Carlos Rodrigues/Getty Images

7+

Victor Lindelöf

Entre os centrais há uma ordem e o sueco era o último nela. Só começa a jogar quando Rui Vitória não tem alternativa e Lindelöf inverte esta lógica. Nunca inventa, é um monstro físico que não deixa fugir adversários e tem confiança a passar a bola. É frio na cabeça e será difícil alguém roubar-lhe o lugar.

Carlos Rodrigues/Getty Images

7

Eliseu

Às vezes dizem que tem peso a mais, mas só se for na equipa. Atacou menos que na época passada e notou-se um Eliseu mais preocupado a não se distrair na defesa. É dos jogadores com mais calma quando tem a bola no pé e isso ajuda a equipa quando é para construir jogadas. Foi estável e constante.

Carlos Rodrigues/Getty Images

7+

Fejsa

O porta-chaves da equipa. Rui Vitória preferiu Fejsa a Samaris quando reparou que o sérvio é bem mais calmo que o grego, sobretudo por não correr tanto e, mesmo assim, estar mais vezes no sítio certo. São muitas as bolas que recupera por jogo e, sem ele, o Benfica não fecha tantas portas para a sua baliza.

Carlos Rodrigues/Getty Images

7

Renato Sanches

O miúdo foi a solução do quebra-cabeças a meio campo. Entre leões e testes falhados, Renato Sanches aproveitou para entrar a abrir na equipa e obrigá-la a depender do seu pulmão. Chegou a estar 16 jogos seguidos a fazer os 90′, mas a pujança e juventude ainda o traem muitas vezes, como se viu na Madeira.

NurPhoto/Getty Images

7+

Pizzi

Já foi extremo, passou a médio, voltou à ala e de lá arrancou para o meio. É nesta mescla de funções que Pizzi foi fulcral no Benfica: dava largura quando era preciso, defendia ao centro quase sempre e tabelava com muita gente no ataque. A equipa precisava muito das suas corridas e por isso acabou a época cansado.

PATRICIA DE MELO MOREIRA/AFP/Getty Images

8

Nico Gaitán

Técnica, arte e braçadeira. Sem Luisão, o capitão foi Gaitán e, como sempre, foi o gerador de fintas, jogadas bonitas e cruzamentos da esquerda. Acabou com 14 assistências e, mesmo com mais lesões que o habitual, o Benfica depende dele para ser criativo e ter ideias. Teve talvez a época mais constante no Benfica.

NurPhoto/Getty Images

9+

Jonas

Jonas foi o melhor marcador do campeonato e, muito provavelmente, o melhor jogador. O brasileiro marca tanto quanto faz jogar, tem técnica para dar e vender e um instinto de remate da maneira certa que mais ninguém tem em Portugal. Continuou sem marcar a Sporting ou FC Porto e só por isso não leva nota 10.

PATRICIA DE MELO MOREIRA/AFP/Getty Images

8

Kostas Mitroglou

Jonas é um avançado que precisa de algo para gravitar à volta e Mitroglou deu-lhe a companhia ideal. O grego, mais amigo da área, impôs-se com um físico que poucos adversários anularam e um pé esquerdo decisivo (marcou ao Sporting e ao FC Porto). Vinte golos no campeonato é motivo para o Benfica o contratar.

NurPhoto/Getty Images