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A um passo para o melhor Crédito à Habitação

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Como obter um Crédito Habitação mais barato?

Pergunta 1 de 8

Para obter um crédito à habitação mais barato é necessário comparar a melhor oferta e ver a solução mais competitiva. Na atual conjuntura os portugueses têm beneficiado de uma descida dos spreads motivada pela “guerra” entre instituições financeiras, mas este é apenas uma parte do custo total do empréstimo.

O verdadeiro indicador para comparação de propostas entre os vários bancos é a TAEG , no entanto existem mais taxas que devem ser descodificadas para avaliar um empréstimo. Perceber a diferença entre Spread, TAN e TAEG é muito importante para decidir qual a opção mais vantajosa, tendo em conta os produtos obrigatórios, prazos e montantes equivalentes.

  • Spread corresponde à margem de lucro do banco no contrato de crédito à habitação. Para conseguir um spread mais vantajoso o consumidor pode tentar negociar com o banco. Neste caso, o spread desce com mais facilidade mediante a subscrição de produtos associados como cartões de crédito, planos Poupança Reforma, domiciliação de despesas, entre outros. No entanto, antes de avançar deve pesar as contrapartidas para perceber se no final do prazo do empréstimo os custos destas subscrições adicionais compensam a descida do spread.
  • TAN (Taxa Anual Nominal) refere-se ao spread acrescido do indexante variável (a taxa Euribor associada ao crédito à habitação). Representa o custo associado aos juros do empréstimo.
  • TAEG (Taxa Anual de Encargos Efetiva Geral) reflete o custo total do crédito à habitação, englobando a TAN e outros encargos cobrados pela instituição de crédito como:
    – Os juros, comissões, impostos e outros encargos associados à contratação de crédito;
    – Os seguros exigidos para obtenção do crédito;
    – As comissões de mediação do crédito – caso haja um intermediário;
    –  Os custos relativos à manutenção de conta, cuja abertura seja obrigatória para a contratação de crédito, que registe as operações de pagamento e de utilização do crédito;
    – Os custos relativos à utilização de um meio de pagamento (ex.: cartão de crédito/débito) que permita a realização de operações de pagamento e de utilização do crédito;
    – Outros custos relativos às operações de pagamento (ex.: processamento prestação);
    – Os emolumentos relativos ao registo da hipoteca, caso sejam conhecidos da instituição;
    – A remuneração do intermediário de crédito, caso a mesma seja paga pelo consumidor.

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