Histórico de atualizações
  • Este liveblog fica por aqui, mas pode continuar a acompanhar as últimas notícias sobre a política nacional neste novo liveblog.

    Governo quer menos 90% de alunos sem aulas. Professores que continuarem a trabalhar até aos 70 anos recebem até “mais 750 euros brutos”

  • Tânger é bode expiatório para resultado nas Europeias. Chega não sente pressão para repensar estratégia

    Com resultado que ficou aquém das expectativas, Chega procura justificações para uma diferença tão grande relativamente às legislativas. Abstenção é um dos motivos, mas até aí Tânger pode ter culpas.

    Tânger é bode expiatório para resultado nas Europeias. Chega não sente pressão para repensar estratégia

  • Ana Gomes: "Marcelo tem sido um desestabilizador"

    A antiga eurodeputada partilha da opinião de Eduardo Cabrita, que aponta o Presidente da República como um desestabilizador. Ana Gomes critica ainda a agenda oportunista do Chega.

    [Ouça aqui o Direto ao Assunto com Ana Gomes]

    Ana Gomes: “Marcelo tem sido um desestabilizador”

  • PAN apresenta novo projeto de regulamentação do lóbi para preencher "lacuna que persiste"

    O projeto de lei prevê várias medidas para regulamentar o lóbi, como a criação do Registo de Transparência de Representação de Interesses e de Lobbies, com uma lógica de registo único e centralizado.

    PAN apresenta novo projeto de regulamentação do lóbi para preencher “lacuna que persiste”

  • Conselho de Ministros debate amanhã medidas corretivas para uso da água

    O Conselho de Ministros vai na sexta-feira debater e aprovar as medidas corretivas “relativamente ao uso da água, para permitir aliviar as restrições que estão sobre a agricultura, turismo e consumo humano”, anunciou Luís Montenegro, dizendo que o que foi anunciado em maio no Algarve será “materializado em Conselho de Ministros”.

    E será “posto em marcha um projeto que anunciei nesse evento denominado ‘a água que une’ de planeamento e gestão estratégica desse recurso, potenciando a sua boa utilização e armazenamento e conciliação da forma de utilização, seja agricultura, turismo, abastecimento e consumo humano”.

    Luís Montenegro anunciou a iniciativa, registando “a confluência e coincidência” de estar a visitar a feira da agricultura com o Presidente da República, mas salientando ainda que estão também, juntos, o ministro da agricultura e a ministra do ambiente. “É desta união de esforços que nascem estratégicas que resolvem reais problemas das pessoas”.

  • Presidente refuta acusações de Cabrita sobre instabilidade política

    Marcelo Rebelo de Sousa, confrontado com as declarações de Eduardo Cabrita de que o Presidente é um dos principais responsáveis da instabilidade política, disse nem entender a pergunta. “Depois dos votos dos portuguesas nas eleições legislativas e europeias quiseram dizer o contrário, quiseram dizer estabilidade”.

    Eduardo Cabrita: Marcelo é “dos principais responsáveis pela instabilidade política”. “É o único excitado que quer sempre eleições”

  • Montenegro: Governo "não pode obrigar oposições a materializar diálogo em convergência"

    Luís Montenegro, primeiro-ministro, garante que o Governo tem dialogado “sempre” com as oposições. Governo “não pode obrigar oposições a materializar esse diálogo em convergência”, diz Montenegro, mas pede que “não se confunda isto com arrogância”, e deixou a garantia: “mesmo que não haja convergência nós vamos governar”.

    “Não gosto de ter razão antes do tempo e não gosto de estar a colher frutos, na campanha eleitoral só um candidato assumiu que governaria se houvesse eleições e esse candidato é hoje primeiro-ministro e disse que queria que fosse assim para estar legitimado a decidir em nome da vontade popular. É isso que estamos a fazer”, declarou.

    Em declarações aos jornalistas, transmitidas pela CNN Portugal, Montenegro disse que a crítica do PS pelo Governo ter optado por avançar no Parlamento com medidas através de autorizações legislativas e não com propostas de lei é “uma visão excessivamente tecnocrata da política. Não é o essencial. O essencial é dar resposta às pessoas e isso é governar e é responsabilidade do Governo”.

    “Acha mesmo que os portugueses querem saber se é autorização legislativa ou proposta de lei?. Eu pergunto se é nisto que se concentram agentes políticos, se é eu desejo-lhes boa sorte nessa tarefa. Porque a minha é diferente. A minha é resolver os problemas das pessoas”, questionou.

    Ao seu lado na Feira Nacional de Agricultura, em Santarém, estava Marcelo Rebelo de Sousa que explicou a coincidência de estarem os dois por não ter sido possível visitar a feira antes por causa de 10 de junho e porque depois irá viajar novamente à Suíça para a cimeira de paz. Já o primeiro-ministro também não tinha agenda para visitar a feira noutra ocasião.

  • CDS-PP/Madeira apela à responsabilidade dos partidos para se aprovar Orçamento

    O CDS-PP da Madeira apelou hoje à responsabilidade dos partidos no parlamento da região para a aprovação do programa governativo e do Orçamento Regional, considerando que os madeirenses “não podem ser prejudicados pelos jogos políticos”.

    “O CDS apela a todos os deputados e grupos parlamentares para que tenham sentido de responsabilidade e priorizem o interesse regional”, disse a deputada eleita centrista Sara Madalena, numa conferência de imprensa, no Funchal.

    A parlamentar complementou ser necessário esta postura para que “seja possível reduzir os impostos, aumentar os salários, retirar a administração pública da paralisia em que se encontra, desbloquear o aumento e as carreiras dos funcionários públicos”.

    Também para “aproveitar ao máximo os fundos europeus e relançar o investimento e as obras públicas, impulsionar a retoma do investimento privado, apoiar mais as instituições de solidariedade social e tomar medidas para combater a pobreza e a exclusão social”.

    “O CDS sempre disse responsavelmente, antes e depois das eleições, que a estabilidade política e a governabilidade da Madeira eram a sua prioridade e que devíamos normalizar a vida pública regional”, apontou Sara Madalena.

    A centrista mencionou que foi esta a postura adotada pelo partido que levou a um “entendimento com o PSD para viabilizar o Programa de Governo e aprovar um Orçamento, fazendo inscrever nesse programa, 80 por cento do seu manifesto eleitoral, nomeadamente na redução da carga fiscal e na melhoria dos rendimentos das famílias”.

  • Assembleia da Madeira discute Orçamento Regional de 15 a 19 julho

    A Conferência de Representantes dos partidos na Assembleia Legislativa da Madeira aprovou hoje por unanimidade a discussão do Programa do Governo Regional entre os dias 18 e 20, agendando a do Orçamento entre 15 e 19 de julho.

    “Todas as decisões foram aprovadas por unanimidade”, disse o presidente do parlamento madeirense, o centrista José Manuel Rodrigues, após a reunião da conferência.

    Segundo o responsável, foi aprovado o regimento para a discussão e votação do Programa do XV Governo Regional nos dias 18, 19 e 20 de junho.

    Quanto ao Orçamento Regional, o presidente informou que “ficou aprazada a sua discussão para de 15 a 19 de julho”.

  • Eduardo Cabrita: “O único excitado que quer sempre eleições é o Presidente da República“

    Eduardo Cabrita, ex-ministro da Administração Interna, defendeu esta quinta-feira que não há necessidade de eleições antecipadas mesmo que o próximo Orçamento do Estado seja chumbado, culpando o Presidente da República pelo momento de instabilidade política. “Por que é que há de haver eleições legislativas? Se o orçamento não for viabilizado, há condições para a governação continuar”, afirmou em entrevista ao Público e à Renascença.

    Cabrita concordou que o PS não deve ter pressa em ter eleições legislativas e voltou a atirar ao Chefe de Estado: “O único excitado que quer sempre eleições é o Presidente da República“.

    Eduardo Cabrita: Marcelo é “dos principais responsáveis pela instabilidade política”. “É o único excitado que quer sempre eleições”

  • Centeno "daria um excelente Presidente da República", diz Adalberto Campos Fernandes

    No programa Comissão de Inquérito, na Rádio Observador, o ex-ministro da Saúde Adalberto Campos Fernandes elogiou o governador do Banco de Portugal, de quem gosta “imenso”. E foi mais longe: “Acho que daria um excelente Presidente da República, se tiver disponibilidade e vontade para isso”. Campos Fernandes defendeu que o eleitorado percebe o que o país “deve” ao ex-ministro das Finanças”.

    “Foi uma espécie de guardião da geringonça”, uma vez que trouxe credibilidade às contas quando os outros países estavam atentos ao que seria o resultado de uma aliança “com a extrema-esquerda”, defendeu, descrevendo a “simpatia disciplinadora” com que Centeno lidava com os outros ministros (como era o caso do próprio Adalberto Campos Fernandes). “Era uma austeridade de rosto simpático”, gracejou.

    “Há uma certa esquerda que nem percebe o que é uma agência de dotação financeira e que acha que o céu é o limite”, atirou. “Acho que o país está devedor de Centeno nessa matéria”. Mas recordou que houve “um preço” e “um sacrifício ao nível dos serviços públicos”, assegurando que “não estava a ser irónico” quando, na altura, foi ao Parlamento dizer que “somos todos Centeno” no Governo.

    Adalberto Campos Fernandes: “Mário Centeno é um bom nome do PS para Presidente da República”

  • Bom dia,

    Neste liveblog vamos estar a acompanhar todas as notícias relevantes sobre a política nacional.

    Neste link pode recordar as notícias que marcaram esta quarta-feira.

    Proposta do Governo para isentar de IMT compra de casas pelos jovens passa com votos a favor do Chega e abstenção do PS

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